Escândalo é exposto, nova prisão para Elize Matsunaga é requerida e delegado conta o que viu: ‘grotesca’

O delegado Acácio Leite afirmou que a irregularidade cometida pela condenada é um fato grave e merece ser investigada com rigor.

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Condenada por matar e esquartejar o próprio marido, Elize Matsunaga, foi indiciada pela Polícia Civil por supostamente usar um documento falso em Sorocaba, no interior de São Paulo. 

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Após denúncia anônima sobre falsificação de documentos, a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo abriu um inquérito para apurar o caso. De acordo com a SSP, a polícia identificou que “uma egressa do sistema prisional estava utilizando um atestado de antecedentes criminais falsificados”. A irregularidade teria sido comprovada após exames periciais.

Elise teria usado atestado falso

O secretário da Segurança Pública de São Paulo, Guilherme Derrite, confirmou, via rede social, a abertura do inquérito para apurar a falsificação de documento por Elize. O Ministério Público pediu que a mulher volte à prisão em razão do documento falso que teria sido apresentado.

O delegado Acácio Leite afirmou que se trata de uma falsificação “grotesca”, em que o nome de Elize foi colocado em sobreposição ao de outra pessoa. Ele afirmou que a irregularidade cometida pela condenada é um fato grave e merece ser investigada com rigor.

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Relembre o caso

Elize Matsunaga ficou conhecida em todo o país após o assassinato do marido, que foi esquartejado e jogado em sacos plásticos. Na época, ela alegou ter matado o empresário por ciúmes e por ter sofrido agressões. O crime chocou o Brasil e o julgamento foi acompanhado de perto pela mídia.

Agora, Elize volta a ser notícia após ter sido indiciada por uso de documento falso. Se condenada pelo crime, ela pode ter sua liberdade condicional revogada e ser novamente presa. As autoridades investigam o caso para apurar se outras irregularidades foram cometidas pela condenada durante seu período em liberdade.