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Mãe de uma das pacientes do anestesista relata detalhes da filha após o parto e desabafa: ‘está com depressão’

A mãe de uma das possíveis vítimas do anestesista faltou como a filha ficou depois do parto cesariana.

Reprodução G1

A prisão do médico anestesista que abusou de uma paciente durante um parto tomou conta dos noticiários. Apesar de ter sido sedada com uma dose excessiva, uma das possíveis vítimas de Giovanni Quintella falou sobre a situação chocante com a mãe. A mulher contou à genitora que tinha a sensação de ter sido abusada.

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Ela chegou a dizer que acreditava ter tido uma alucinação, explicou a mulher que prestou depoimento na delegacia nesta última segunda-feira, 11 de julho. “Estou tendo que cuidar da minha filha, que está com depressão pelo que ela passou lá dentro”, relatou com grande indignação em entrevista ao portal G1.

A mãe da paciente ainda disse que quando a filha voltou da cirurgia, chegou desacordada e dormiu durante o dia todo. A mulher teria estranhado o anestesista tão perto e teria chegado a questionar o motivo de tanto sono. Porém, a reposta de Giovanni teria sido para que ficasse tranquila e relaxasse.

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Bárbara Lomba, delegada responsável pelas investigações, disse ter ficado estarrecida com o caso. O anestesista foi preso em flagrante após o abuso e, além do estupro registrado em vídeo, a polícia está averiguando se o profissional fez outras vítimas no mesmo dia.

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Colegas de trabalho desconfiaram e gravaram o vídeo

Funcionários do Hospital da Mulher Heloneida Studart decidiram fazer o registro da terceira cesariana realizada no último domingo, 10 de julho. Eles estavam desconfiados da conduta do anestesista em duas cirurgias anteriores. Uma das empregadas da unidade relatou, durante o seu depoimento à polícia, como Giovanni se comportava durante o procedimento.

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“Giovanni ficava sempre à frente do pescoço e da cabeça da paciente, obstruindo o campo de visão de qualquer pessoa”, explicou. Ela e outros colegas pegaram o telefone celular e posicionaram em um armário com vidro para fazer o registro, mas não acompanharam o procedimento. Somente quando pegaram o telefone novamente é que se depararam com o fato na sala de cirurgia

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