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Internado, 1º brasileiro diagnosticado com Monkeypox fala sobre atual estado de saúde: ‘Já contei 60 feridas’

Ele contou que ainda não sabe quando terá alta, pois é preciso aguardar que as feridas cicatrizem.

Foto: Reprodução/CDC

O segundo caso de varíola dos macacos foi conformado no Brasil. Mas, será que é preciso entrar em pânico? Segundo o homem que foi o primeiro brasileiro a contrair a doença, as pessoas não precisam se desesperar. “Eu já contei 60 feridas, mas estou ótimo. Não há motivos para pânico. Eu não vejo a hora de sair daqui para voltar ao trabalho. Aliás, eu já até trabalhei daqui do hospital”, ressaltou o paciente que está tratando da enfermidade.

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O primeiro brasileiro a ter o diagnóstico de varíola dos macacos no país está em isolamento no Instituto de Infectologia Emílio Ribas. A unidade fica localizado em São Paulo e o paciente está internado na unidade desde o dia 6 de junho. O homem que preferiu não ter a identidade revelada, relatou não estar preocupado em ser taxado como o primeiro no Brasil com a enfermidade.

Ele frisou que quer mostrar as pessoas que está bem e disse estar sendo muito bem cuidado pelos médicos. Agora, com o estado clínico melhor, o homem disse que no início foi bem diferente, pois sentiu muito cansaço, dor de cabeça e febre. O paulistano que tem 41 anos explicou que as feridas na região da mucosa e nos gânglios foram são as mais dolorosas.

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Os sinais da doença começaram a surgir no paciente no fim do mês de maio. Ele havia chegado de uma viagem à Europa com a mãe que teve duração de oito dias. A mulher e todos que tiveram contato com o rapaz estão sendo monitorados. Ainda não se sabe quando o rapaz vai receber alta médica, pois é necessário esperar que as feridas cicatrizem.

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A varíola dos macacos, Monkeypox, é uma enfermidade viral considerada rara pela medicina. O vírus é transmitido através do contato próximo com alguém que esteja infectado ou com lesões na pele. O contato direto engloba beijo, abraço, massagens, relação íntima ou secreções respiratórias. A pessoa também pode contrair a doença caso tenha contato com tecidos, objetos e superfícies contaminadas.

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A forma de prevenção da Monkeypox é evitar ter contato direto com a pessoa doente até cicatrização das feridas. É importante manter a higienização das mãos fazendo uso de álcool gel ou água e sabão.

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