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Sequestro, extorsão e mais: os crimes que levaram o ex-morador de rua mais famoso do país a 8 anos de prisão

Givaldo Alves teve um passado turbulento bem antes de se envolver com a esposa do personal.

REPRODUÇÃO REDES SOCIAIS

O jornal Estado de Minas surpreendeu seus leitores na última sexta-feira com uma reportagem que revelou um passado de crimes do ex-morador de rua Givaldo Alves, que ganhou fama recentemente após ter sido flagrado em um carro tendo relação com a esposa de um personal trainer. O fato aconteceu na cidade de Planaltina, no Distrito Federal, no último dia 9 de março, e acabou repercutindo em todo país.

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Segundo as informações apuradas pelo jornal, Givaldo Alves possui quatro documentos de identidade e ficou detido entre os anos de 2004 e 2013, somando 8 anos de prisão. O grande número de identidades foi o que dificultou a investigação sobre o passado do ex-morador de rua, que cometeu o seu primeiro crime em 2001, quando furtou uma casa usando uma chave falsa.

Já em 2004, Givaldo Alves invadiu uma casa com a ajuda de comparsas armados e juntos sequestraram uma mulher. Após o crime de sequestro, Givaldo ficou encarregado de buscar o resgate pela vítima. No momento da extorsão, o ex-sem-teto acabou sendo preso em flagrante.

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Pelo crime de extorsão mediante sequestro, Givaldo foi condenado a 17 anos de prisão. Enquanto cumpria sua pena, o ex-morador de rua foi julgado pelo furto de 2001 e por este foi condenado a dois anos de reclusão, em regime inicial aberto, e mais o pagamento de 10 dias de multa.

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No ano de 2013 houve uma revisão do processo e Givaldo foi liberado pela justiça. Na ocasião, ficou decidido que seu crime foi simples, e não qualificado, como ele fora julgado anteriormente. Essa mudança fez com que sua pena caísse de 17 para 8 anos de prisão.

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Escrito por Jean Marangoni

Influenciador digital responsável pelas páginas 'Mussum Sinceris' nas redes sociais, trabalho também com jornalismo online há 3 anos. Para sugestões entre em contato: jeanmarangoni@gmail.com