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Ex-morador de rua que ficou famoso já passou 8 anos preso por conta de crime grave

Site revelou os crimes cometidos por Givaldo antes dele se tornar famoso em todo o Brasil.

REPRODUÇÃO REDES SOCIAIS

O ex-morador de rua Givaldo Alves alcançou o estrelismo após ser flagrado tendo relação com a esposa de um personal trainer no carro dela, na cidade de Planaltina, no Distrito Federal. Na ocasião, o personal Eduardo Alves retirou o sem-teto do carro e o espancou.

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Mais tarde, a empresária Sandra Mara, esposa do personal trainer, foi diagnosticada com transtorno afetivo bipolar, e por conta disso ficou internada durante um mês. Nesse mesmo período, Givaldo aproveitou a repercussão do caso para dar entrevistas e fazer sucesso nas redes sociais.

Hoje, o ex-morador de rua tem quase meio milhão de seguidores só no Instagram e é agenciado por um empresário do mercado financeiro de bitcoin. Se antes do episódio de Planaltina Givaldo não tinha nem onde morar, hoje ele dirige um carro avaliado em R$ 500 mil e é visto em baladas de luxo, sempre na companhia de belas mulheres.

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O que muita gente não sabe é sobre o que aconteceu na vida de Givaldo antes de ser flagrado com a esposa do personal. O site Estado de Minas investigou a vida do ex-morador de rua e descobriu que ele passou oito anos na prisão por furto qualificado e extorsão mediante sequestro.

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O site foi a fundo e revelou os dois processos no nome de Givaldo sob os números 0099595-22.2000.8.26.0050  e  0052070-05.2004.8.26.0050, que tramitaram no Fórum Central de Barra Funda, em São Paulo.

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O primeiro crime em que Givaldo foi acusado aconteceu em 2001, quando ele furtou um bem de uma vítima utilizando uma chave falsa. Já o crime mais grave aconteceu em 2004, quando Givaldo teria invadido uma casa junto de comparsas armados e sequestrado uma mulher. Segundo o processo, foi Givaldo o responsável por buscar o resgate, mas acabou sendo preso em flagrante.

Givaldo foi condenado a 17 anos de prisão pelo sequestro, mas conseguiu reduzir a pena para oito e foi solto em 2013. Antes de soltar a notícia, o site Estado de Minas procurou Givaldo para que ele desse sua versão dos fatos. Pouco tempo depois ele subiu em seu canal do YouTube um vídeo contando que já foi preso, mas não chegou a dar detalhes.

Givaldo Alves não respondeu ao site que divulgou em primeira mão a sua condenação na justiça.

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Escrito por Jean Marangoni

Influenciador digital responsável pelas páginas 'Mussum Sinceris' nas redes sociais, trabalho também com jornalismo online há 3 anos. Para sugestões entre em contato: jeanmarangoni@gmail.com