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Caso Lara: laudo sobre os últimos momentos de vida da menina é divulgado e detalhe chama a atenção

O suspeito de ter cometido o crime, Wellington Galindo, segue foragido.

G1 | Divulgação

A morte de Lara Maria Oliveira Nascimento, de 12 anos, completou 2 meses no último dia 16 de maio e segue sem resolução. A polícia ainda não prendeu o suspeito do crime, Wellington Galindo de Queiroz, de 42 anos. De acordo com o site G1, o laudo realizado no corpo de Lara aponta traumatismo craniano como causa morte. O documento também confirmou que a vítima não sofreu abuso sexual e não foi dopada, o que chama a atenção da polícia, pois significa que o agressor poderia ser conhecido de Lara.

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A menina teria levado pelo menos quatro golpes da cabeça. Wellington é considerado suspeito de ter cometido o crime desde o fim do mês de março. Ele já possui passagens pela polícia, inclusive por tráfico de drogas. Segundo a polícia, o suspeito estaria recebendo ajuda de familiares para a empreitada de fuga.

A Polícia Civil analisou milhares de imagens para chegar ao suspeito de ter assassinado Lara. A menina saiu de casa para comprar um refrigerante a pedido da mãe, e desapareceu em seguida. O corpo foi encontrado há poucos metros da casa de Lara com sinais de violência. No dia do desaparecimento, Wellington foi flagrado dirigindo um carro prata próximo ao local onde a menina passou.

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O suspeito chegou a ser ouvido pela Polícia através de ligação telefônica, de maneira informal. Wellington se comprometeu a comparecer na delegacia, mas fugiu em seguida sem deixar rastros. O carro dirigido pelo suspeito está no nome de uma mulher. Em depoimento, ela revelou que teve um breve relacionamento com Wellington, mas que eles não estariam mais juntos.

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Um tio de Lara, que se encontra preso, chegou a ser apontado como suspeito de envolvimento. No dia do desaparecimento da menina, ele estava livre durante saída temporária. O tio da menina divulgou uma carta afirmando que estava preso por tráfico, e que nada teria a ver com a morte da sobrinha. A Polícia descartou a hipótese e segue com as buscas por Wellington Galindo.

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