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Forças Armadas Brasileiras autorizam a compra de 35 mil comprimidos de Viagra; Bolsonaro minimiza situação: ‘Isso é nada’

Presidente Jair Bolsonaro explicou o motivo da compra de mais de 35 mil comprimidos de Viagra.

Reprodução / IstoÉ / YouTube

As Forças Armadas do Brasil autorizaram a compra de mais de 35 mil comprimidos de sildenafila, vendida comercialmente pelo nome de Viagra. O processo de licitação tem como previsão de compras unidades de 25mg e 50mg. O presidente da República, Jair Bolsonaro, falou pela primeira vez sobre a polêmica.

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Primeiramente, o Ministério da Defesa divulgou que a medicação, que é usada comercialmente como tratamento de disfunção erétil, deverá ser empregado para o tratamento de militares que tem Hipertensão Pulmonar Arterial, sendo aprovado pela Anvisa.

O portal de notícias do G1 ouviu especialistas no assunto, os quais apontaram que essa é uma doença incomum e que essa licitação prevê a aquisição de comprimidos que tem as doses indicadas para o tratamento da disfunção e não para o problema pulmonar.

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Bolsonaro fala sobre a compra de Viagra

O presidente esteve na manhã desta quarta-feira (13) em um café da manhã na companhia de ministros, pastores evangélicos e parlamentares, no Palácio da Alvorada. Na ocasião ele falou sobre a polêmica do assunto, dizendo que as Forças Armadas estão sofrendo ataques por conta desse ato, criticando a imprensa que notificou o assunto.

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A fala do presidente que foi transmitida por um deputado, diz inicialmente que o Viagra vai ser usado para o tratamento de HPA e doenças reumatológicas. Em seguida disse o seguinte: “foram trinta e poucos mil comprimidos para o Exército, 10 mil para a Marinha e eu não peguei da Aeronáutica, mas deve perfazer o valor de 50 mil comprimidos. Com todo o respeito, isso é nada…”.

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Foi dito ainda que essa quantidade é para o efetivo das três Forças, que certamente é muito mais usado pelos funcionários que estão inativos ou que são pensionistas.

Especialistas contestam dose de Viagra licitada

De acordo com o médico Marcelo Bandeira, que é da Sociedade Brasileira de Cardiologia, 25 mg, a qual consta na licitação, é para o uso de disfunção. Somente quando há a falta da unidade de 20 mg, é que a Sociedade Brasileira de Cardiologia, autoriza a utilização de doses maiores, como as de 25 e 50 mg, que foram licitadas.

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Escrito por Nado C.

Sou formado em Sistemas de Informação com pós-graduação em Gerenciamento de Projetos em T.I. Além de atuar como programador há 10 anos, trabalho também como redator há cerca de 4 anos, o que fez despertar uma nova paixão e hoje também sou graduado em Letras - Português e Inglês. Escrevo sobre tudo o que envolve o mundo do entretenimento, além de falar sobre esportes e as principais notícias do dia a dia. Pode entrar em contato comigo através do e-mail nado_news@hotmail.com .