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Pesquisas eleitorais, estatísticas e eleição, uma relação poderosa

As pesquisas não definem necessariamente o resultado final de uma eleição, mas funcionam como um termômetro.

Foto de Phil Scroggs no Unsplash

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Falar em eleições e não se lembrar de estatística é uma tarefa praticamente impossível. Afinal, as pesquisas eleitorais servem exatamente para ajudar a compreender as intenções de voto dos eleitores. Essa é uma prática não só aqui, mas no mundo todo.

Com isso, muitos estudiosos e sites colocam não só os eleitores, como os próprios candidatos por dentro do cenário eleitoral. Plataformas como Futuur, por exemplo, mostram o favoritismo (ou não) dos candidatos em eleições tanto na política brasileira quanto na política internacional, além de previsões sobre diversos outros eventos futuros. Dessa forma, é possível ter uma ideia do que esperar.

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A plataforma usa a inteligência coletiva para descobrir quais são os caminhos mais prováveis, com um alto nível de acerto. Quando se trata de política, esses insights valem ainda mais, já que cada seleção na plataforma pode virar um voto na urna.

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Portanto, em tempos de fake news, é mais importante do que nunca procurar fontes confiáveis de notícias. Afinal, para sabermos exatamente o que esperar, precisamos nos basear em informações verdadeiras.

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Como as estatísticas impactam uma eleição?

Este ano seremos os responsáveis por eleger os deputados estaduais, federais, senadores, governadores e o presidente do Brasil. E então, você sabe para quê servem as pesquisas eleitorais e o papel da estatística nas previsões?

As pesquisas não definem necessariamente o resultado final de uma eleição, mas funcionam como um termômetro.

Elas refletem a decisão de uma pequena amostra. Mas, a partir delas, é possível fazer algumas previsões. E é aí que entra a estatística, ciência responsável pela análise de dados que ajudam na previsão de um cenário.

A questão é que este panorama serve tanto para os candidatos quanto para os eleitores, sobretudo os mais confusos. Dessa forma, novas metas e estratégias podem ser traçadas pela equipe que podem mudar o rumo das coisas até a eleição.

Vamos pensar num cenário de grande polarização, como o que vivemos atualmente, por exemplo. Quem já tem o voto decidido, provavelmente não mudará de ideia. Mas é sobre os indecisos que essas pesquisas acabam interferindo, seja no sentido de influenciar a decisão, seja em optarem pela abstenção.

Dessa forma, a vitória do candidato A ou B poderá ser definida por eleitores que, muitas vezes, decidem seu voto às vésperas das eleições.

Alternativamente, vamos supor que surgiu um escândalo ou qualquer outro acontecimento que impacte as eleições. Neste cenário, as pesquisas eleitorais ajudarão os candidatos a avaliarem as consequências causadas pela situação.

As intenções diminuíram, aumentaram ou permaneceram iguais? Isso tudo pode ser avaliado estatisticamente depois de uma pesquisa eleitoral. E é exatamente por isso que muitas pesquisas são feitas ao longo da campanha eleitoral.

Pesquisas, estatísticas e estratégias eleitorais

Inegavelmente, as pesquisas também oferecem um bom arsenal para os candidatos conhecerem seus eleitores. Com isso, as promessas de campanha acabam se baseando naquilo que o eleitorado pode esperar ou desejar.

As políticas públicas mudam de acordo com as necessidades de quem será beneficiado por elas. Gênero, condição socioeconômica, escolaridade, região do país, entre outros fatores são importantes para desenvolvê-las.

Portanto, é essencial que os candidatos conheçam o perfil das pessoas a quem eles representarão, caso sejam eleitos. Por isso, as estatísticas avaliam muito mais que as intenções de voto, já que dados sociodemográficos também são questionados.

Dessa maneira, os candidatos podem tentar conquistar os votos nas regiões onde não são populares. Ou, ainda, poderão propor planos de governo estrategicamente dedicados, sobretudo, aos eleitores indecisos.

O que esperar das eleições deste ano?

Ainda temos bons meses pela frente antes da definição dos representantes estaduais e federais. Entretanto, algumas previsões já podem ser feitas baseadas em pesquisas preliminares.

Um exemplo recente foi noticiado em nosso portal: o aumento das intenções de voto no atual presidente Jair Bolsonaro. Depois da concessão do Auxílio Brasil e do recuo de Sérgio Moro, mais eleitores declararam voto em Bolsonaro.

No entanto, a pesquisa do Instituto Quaest, mostra que 46% das intenções de voto são direcionadas ao ex-presidente Lula. Logo após aparecem Bolsonaro, que tem 26% das intenções, Ciro Gomes com 7% e Sérgio Moro com 6%. Em comparação com essas pesquisas, o “mercado de previsões” Futuur, que oferece usuarios a oportunidade de fazer apostas nos resultados, está dando 73% de chance para o Lula ganhar.

Muita água ainda vai passar debaixo dessa ponte. Por isso, consulte informações em sites confiáveis como agências de notícias, plataformas de previsão, como a Futuur, entre outras fontes. Assim, é possível saber o que esperar com a chegada das eleições.

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