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Caso Lara: identidade do motorista do carro prata é exposta e suposto motivo de não ir à polícia vem à tona

Menina foi assassinada e jogada em uma zona de Mata ao sair para comprar refrigerante.

Record/Montagem

O caso da menina Lara Maria Oliveira Nascimento, de 12 anos, continua sendo um mistério para a polícia. Nesta sexta-feira (01/04), o Balanço Geral divulgou informações sobre o homem, que foi visto nas gravações de câmeras e segurança no dia em que a criança desapareceu, em Campo Limpo Paulista.

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Wellington Galindo trabalha como vendedor de chinelos e roupas. Ele reside em São Paulo, porém estava na região a trabalho, quando foi flagrado na área do sumiço de Lara Maria. A menina foi encontrada morta três dias depois de sair de casa, avisando que iria comprar um refrigerante.

Uma pessoa próxima ao motorista confirmou que, de fato, o homem que é visto na gravação é Wellington, mas que ele não teria envolvimento com a morte de Lara. A mulher declarou que o motorista do carro prata não quis ir até à delegacia prestar esclarecimentos por medo, considerando que já tem passagens pela polícia.

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A pessoa também declarou que Wellington teme que as autoridades o condenem injustamente pelo crime cometido contra Lara. “Ele não confia na Justiça brasileira. Como tá muito repercussão isso né de acharem, antes de acharem o culpado prenderem ele“, relatou.

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A polícia emitiu um mandado de prisão contra Wellington depois de solicitar seu comparecimento para depor e ele não querer contato com as autoridades. O dono do veículo no qual o vendedor trafegava na região do desaparecimento de Lara disse que emprestou o carro para ele, mas que não o conhecia.

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A Justiça está no aguardo de resultados de exames de DNA para chegar ao assassino de Lara.

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Escrito por Aurilane Alves

Escrevo sobre os assuntos mais bombados do momento, famosos, curiosidades, notícias em geral.