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Pai obriga filho de 6 anos a correr na esteira por ‘estar gordo demais’; ele não resiste e caso serve de alerta

O homem foi acusado de ter tirado a vida do próprio filho e está preso desde o ocorrido.

Reprodução/Facebook/Kay Bee

Um caso triste que aconteceu nos Estados Unidos recentemente serve de alerta. O pai Christopher Gregor, morador de Nova Jersey, nos Estados Unidos, foi preso sob a acusação de ter tirado a vida do próprio filho, o pequeno Corey Micciolo, de seis aninhos. O garotinho morreu no dia 2 de abril do ano passado depois de ter sido forçado pelo genitor a correr uma esteira até ter as forças esgotadas.

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Segundo a informação do portal de notícias Daily Mail, a situação chegou a ser registrada por câmeras de segurança da academia. Inclusive, as imagens foram usadas pelos policiais para analisar o caso. O registro ainda teria mostrado o pai se aproximando da esteira para poder aumentar a velocidade do equipamento.

O garotinho continua caindo por causa do cansaço e da velocidade alta do equipamento, porém o pai sempre levanta a cabeça e coloca a criança de volta. Em um momento, o pai parece morder a cabeça do filho antes de forçar que continue correndo na esteira. A mãe da pequena vítima, Breanna Micciolo (que tinha guarda compartilhada com Christopher) percebeu que o menino estava machucado e relatou a situação a um assistente social da Divisão de Proteção e Permanência Infantil de Nova Jersey.

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A mãe também levou a criança ao médico e o menino contou que tinha sido obrigado pelo pai a correr porque estava muito gordo. O legista que trabalhou no caso declarou que o motivo do falecimento do pequeno foram lesões devido a traumatismo contundente. A princípio, o pai estava sendo acusado de ter colocado em risco o bem-estar da vítima. Contudo, após os investigadores terem acesso ao registro nas câmeras de segurança, o homem foi acusado de assassinato.

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O homem foi preso, porém a pena ainda não foi divulgada. Conforme o advogado, ele nega ter provocado a morte do filho. A mãe da vítima fez uma página na rede social para poder divulgar o caso e lutar por justiça. O caso serve de alerta para evitar que mortes como a do menino não aconteçam novamente.

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Escrito por Shyrlene Souza

Redatora na web desde 2016, formada em ciências contábeis, apaixonada pela redação desde criança. Escrevo sobre assuntos diversos, famosos, maternidade e notícias que se destacam no Brasil e no mundo.