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Irmãos de 6 e 8 anos sobrevivem na floresta amazônica e são resgatados após 26 dias com quadro grave de saúde

Meninos estavam desaparecidos desde o dia 18 de fevereiro e foram encontrados por homem que cortava madeira.

Reprodução/G1

Os meninos Glauco e Gleison, de 6 e 8 anos, estavam desaparecidos desde o dia 18 de fevereiro. Após terem sumido por 26 dias, os irmãos finalmente foram encontrados por um homem que cortava madeira na mata, depois que eles se perderam na área de floresta amazônica.

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A prefeitura do município de Manicoré disse na noite desta última quarta-feira (16) que os garotos serão transferidos para a capital do estado do Amazonas na manhã de quinta-feira (17) para atendimentos de especialistas e tratamento adequado. Os dois irmãos chegaram no hospital com quadro grave de desnutrição e escoriações na pele.

Meninas são resgatados na floresta amazônica

A transferência dos meninos para Manaus só ocorre depois que o Ministério Público do estado expediu um ofício exigindo que eles fossem examinados por um especialista em um prazo máximo de quatro horas. O objetivo é que eles recebem um diagnóstico preciso. A prefeitura da cidade informa que não recebeu tal notificação.

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De acordo com os promotores, a cidade não tem uma estrutura médica suficiente para cuidar das crianças que estão em estado grave. A unidade hospitalar de Manicoré não tem Unidade de Terapia Intensiva e nem médicos pediatras. Segundo os promotores, por conta do quadro grave de saúde das crianças, eles precisam de atendimento médico de especialistas o mais rápido possível.

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Irmãos desapareceram na floresta amazônica

Os irmãos Glauco e Gleison desapareceram depois de adentrar na mata para caçar pássaros. As buscas pelos meninos foram encerradas pelos agentes do Corpo de Bombeiros, porém, os indígenas de aldeias que ficam em Capanã Grande, continuaram a buscar os irmãos pela região.

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O pai dos meninos, Claudionor Ferreira, informou que eram cerca de 260 pessoas que estavam na busca pelos garotos, entre voluntários e oficiais, e mesmo assim não conseguiram localizá-los. “Fiquei muito emocionado. Quando escutou o movimento dele [do homem], o pequeno gritou. Ele chegou lá e estavam tudo deitadinhos“, disse Ferreira.

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Escrito por Nado C.

Sou formado em Sistemas de Informação com pós-graduação em Gerenciamento de Projetos em T.I. Além de atuar como programador há 10 anos, trabalho também como redator há cerca de 4 anos, o que fez despertar uma nova paixão e hoje também sou graduado em Letras - Português e Inglês. Escrevo sobre tudo o que envolve o mundo do entretenimento, além de falar sobre esportes e as principais notícias do dia a dia. Pode entrar em contato comigo através do e-mail nado_news@hotmail.com .