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Grávida de gêmeos, mãe com síndrome rara vive situação dolorosa com uma filha sem vida dentro da barriga

A nutricionista revelou que sempre quis ser mãe de gêmeos, especialmente por ter casos na família.

Reprodução G1

A nutricionista Thaiana Loena Fraga, de 29 anos de idade, ficou muito feliz ao descobrir que estava grávida de gêmeos. No entanto, ela acabou perdendo uma das bebezinhas quando estava na 27ª semana de gestação por causa de uma síndrome. Perto de completar os noves meses, a mamãe precisou levar adiante a gravidez com uma das filhas sem vida por quase dois meses.

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A gestante sempre quis ter gêmeos, especialmente porque existem casos na família. Após ter conseguido engravidar, ela foi surpreendida com a descoberta de que seria mãe de duas crianças. O nome das filhas já havia sido escolhido: Maria Heloísa e Maria Alice. Infelizmente, a nutricionista foi diagnosticada com STFF – Síndrome de Transfusão Feto-Fetal.

Desde o começo a nutricionista tinha conhecimento que uma gravidez de gêmeos univitelina, que acontece quando as crianças dividem a mesma placenta, poderia ter algum tipo de complicação, porém nunca imaginou que a previsão pudesse se concretizar. Depois de passar por diversos exames, Thaiana descobriu a Síndrome de Transfusão Feto-Fetal no final do mês de novembro. “Tive uma gravidez muito tranquila, em um exame de rotina foi constatada a síndrome, foi um choque muito grande”, desabafou.

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De acordo com o diagnóstico médico, a síndrome ocorre quando um dos fetos passa a doar sangue para o irmão e acaba ficando anêmico. Já o receptor recebe sangue em excesso, tendo a produção de líquido amniótico aumentada. Isso faz o coração ficar sobrecarregado e foi justamente isso que aconteceu com uma das bebês da nutricionista.

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“Tudo aconteceu muito rápido, descobrimos que os cordões umbilicais se uniram e uma das bebês estava sugando o sangue da outra, o coração não dava conta”, explicou a mulher. Ela foi para Campinas fazer a cauterização, sendo a cirurgia a única alternativa. A chance das duas meninas sobreviverem era de 55%.

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Infelizmente, uma das meninas não resistiu, mas a mulher contou que tem sido doloroso saber que vai dar à luz apenas a uma criança viva. A cesariana está agendada para poder acontecer nesta terça-feira, 25 de janeiro.

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