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Bombeiro explica porque buscas continuam em Capitólio: ‘Nem todos os corpos foram recuperados de forma íntegra’

Foram confirmadas dez vítimas fatais na tragédia de Capitólio, que aconteceu no último sábado.

FACEBOOK/CORPO DE BOMBEIROS MINAS GERAIS - REPRODUÇÃO/REDES SOCIAIS

As buscas em meio aos destroços da tragédia em Capitólio continuam mesmo após ter sido encontrados os dez corpos das vítimas fatais. O acidente aconteceu no última sábado (08/01), quando uma das rochas que formam o famoso cânion da região se desprendeu e caiu com toda força em cima de algumas lanchas de turistas que visitavam o local.

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Pedro Aihara, porta-voz e tenente do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais, conversou hoje pela manhã com a CNN Brasil e afirmou que a princípio são realmente dez vítimas fatais. No entanto, o tenente explicou que as buscam ainda continuam por conta da gravidade do acidente.

Segundo Pedro Aihara, o impacto da rocha foi tão forte que alguns dos corpos das vítimas se dilaceraram, e muitos desses fragmentos ainda estão lá. A esperança dos bombeiros é encontrar os corpos em sua integralidade. 

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Nem todos os corpos foram recuperados de forma íntegra. Então, infelizmente, alguns corpos foram segmentados com o impacto da rocha“, disse o tenente na CNN Brasil.

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Além das buscas por fragmentos corpóreos, o Corpo de Bombeiros também tenta a retirada de todos os destroços das embarcações que se envolveram na tragédia. Esses destroços são importantes para fechar toda a linha de investigação a respeito do acidente.

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O tenente reforçou que o número de vítimas não deve mudar, já que todos os desaparecidos já foram encontrados. Pedro Aihara também contou que todas as dez vítimas fatais estavam na lancha “Jesus”, que foi atingida em cheio pela rocha.

Ainda segundo Aihara, essa segunda-feira será um dia decisivo acerca da definição de uma data de encerramento das buscas.

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Escrito por Jean Marangoni

Influenciador digital responsável pelas páginas 'Mussum Sinceris' nas redes sociais, trabalho também com jornalismo online há 3 anos. Para sugestões entre em contato: jeanmarangoni@gmail.com