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Mario Frias xinga ao expor que mulher e filha não entraram em hotel por não comprovar vacinação: ‘Vagabundos’

Exigência de protocolo sanitário está em vigor no Rio como prevenção por causa da variante Ômicron.

Agência O Globo

Neste domingo, dia 19, Mário Frias foi no Twitter fazer críticas a um hotel que fica no Rio de Janeiro. O estabelecimento teria impedido sua família de se hospedar devido à falta de cumprimento de protocolos de saúde.

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Sem citar o nome do hotel, o secretário de Cultura afirmou que a sua esposa é filha foram expulsas por não mostrarem o passaporte de vacinação, documento que prova que a pessoa está imunizada contra o coronavírus. Só no Brasil a doença já levou mais de 617 mil pessoas à óbito. A vacinação é considerada a melhor forma para controlar a pandemia no mundo.

Usando palavras de baixo calão, Mário xingou os funcionários que aderiram às normas impostas pelo município e afirmou que vai processar todos responsáveis por esse ato.

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Ainda no Twitter, ele escreveu que estava viajando por motivos de trabalho e recebeu a notícia que a mulher e a filha de 10 anos não apresentaram o documento exigido. Segundo ele, isso aconteceu porque a esposa não estava com o comprovante na hora.

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Um merda inútil ter a coragem de impedir minha família de ter um teto para dormir às 21h da noite é criminoso. Vagabundos!”, escreveu ele durante vários posts que foram feitos em seu perfil oficial.

De acordo com a revista Veja, o secretário ainda teria encaminhado um vídeo para a reportagem, no qual mostra o prefeito Eduardo Paes se divertindo em uma roda de samba.

Através de um decreto publicado no início desse mês, o município do Rio começou a exigir que as pessoas apresentassem o comprovante de vacinação contra a Covid-19. O número de lugares que exige o passaporte de vacinação aumentou e as pessoas terão que mostrar o certificado para entrar em restaurantes, bares, hotéis e até mesmo táxi e carros de aplicativos.

Ontem (18), Thiago Gagliasso teve que substituir Mário durante um evento em Niterói, já que o secretário estava cumprindo isolamento de quatro dias após entrar no Brasil sem ter se vacinado.

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