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Reino Unido confirma primeira óbito em decorrência da nova variante do coronavírus

Nova mutação do coronavírus tem se espalhado rapidamente em solo britânico.

DN

Uma das regiões mais afetadas pela nova mutação do coronavírus intitulada de Ômicron, o Reino Unido confirmou nesta segunda-feira (13) o registro de ao menos uma morte por Covid-19 em decorrência da variante. A informação foi confirmada pelo primeiro-ministro Boris Johnson. 

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Diante disso, a comunidade científica computa o primeiro caso conhecido de morte pela ômicron na escala global. 

“Infelizmente a ômicron está gerando hospitalizações e, tristemente, pelo menos um paciente morreu com ômicron, confirmado”, disse Johnson. 

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No último domingo (12), mais de 1.200 casos de infecções pela nova variante foram registrados no Reino Unido, elevando o índice de detecção para 3.137 casos. Os primeiros infectados com a mutação no Reino Unido foram computados no dia 27 de novembro. 

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Pessoas com 18 anos ou mais em solo inglês podem receber uma dosagem de reforço até o final do ano. 

Em estudos preliminares, a Organização Mundial da Saúde (OMS) constatou que a eficácia da vacina contra casos sintomáticos da ômicron é menor para quem recebeu as duas doses, mas há a confirmação de que uma nova dosagem pode aumentar a proteção para mais de 70% contra a Covid-19. 

Ministro da Saúde no Reino Unidos, Sajid Javid classificou o avanço da nova variante como um “maremoto”, dado o ritmo acelerado que novos casos estão sendo registrados. 

Mesmo os sintomas da ômicron sendo menos agressivos, há a preocupação do governo local sobre uma possível sobrecarga no sistema de saúde. 

Ômicron no Brasil

Em entrevista nesta segunda-feira (13), o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse que o país já registrou 11 casos da nova variante, sendo quase 50% computado em São Paulo. 

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