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Estudo aponta que nova variante do coronavírus provoca mais casos de reinfecção

Brasil já confirmou cinco pessoas com a nova mutação do coronavírus, e oito casos estão sob investigação.

Reprodução - Globo

O surgimento da variante Ômicron na África do Sul colocou a comunidade científica em alerta nas últimas semanas. Já registrada em outros países fora do continente africano, inclusive no Brasil, a mutação do coronavírus vem sendo amplamente estudada, para ter uma dimensão do seu potencial.

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Nesta sexta-feira (3), foi divulgado o resultado de uma pesquisa realizada por cientistas da África do Sul onde ficou constatado que Ômicron pode “escapar” de parte da imunidade adquirida por pessoas que já foram infectadas e testaram positivo para a Covid-19. Os cientistas identificaram um aumento significativo de casos em pessoas que já contraíram o vírus.

O estudo, no entanto, trata-se de uma análise rápida e não definitiva, entretanto, evidencia a preocupação acerca da variante, que possui uma facilidade enorme de se mutar em outras variantes. 

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Baixa vacinação

A África do Sul possui apenas 24% de sua população com a vacinação completa contra o coronavírus, cenário que facilita para o surgimento de outras variantes, uma vez que o vírus segue circulando. Até o momento, ainda não se sabe sobre a eficácia dos imunizantes contra essa nova mutação.

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Na Europa, diversos países já impuseram limitações sobre passageiros que desembarcarem vindos das regiões africanas onde há registro de casos da Ômicron.

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Em solo nacional, o Ministério da Saúde confirmou cinco casos existentes da variante, sendo quatro homens e uma mulher, e revelou que outros oito casos estão sob investigação. A maioria dos infectados estão assintomáticos. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), nenhum óbito da mutação foi registrado no mundo até o momento. 

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