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Após garoto de 4 anos morrer engasgado, médico orienta a melhor forma para crianças ingerirem comprimidos

A criança, que se engasgou com o comprimido, morreu na noite do último sábado, 6 de novembro.

Montagem - Reprodução: G1 / Reprodução/Sistema Prever Botucatu

Morreu neste último sábado, 6 de novembro, um menino de apenas quatro anos, ao se engasgar com um comprimido de paracetamol. O fato aconteceu na cidade de Botucatu, que fica localizada no interior do estado de São Paulo. O falecimento da criança ocorreu após quatro dias de sua internação no Hospital das Clínicas.

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Ao perceber que o menino tinha engasgado, ela tentou retirar a pílula enfiando a mão dentro da garganta do pequeno, que começou a vomitar. Pedro Augusto foi socorrido pela equipe da Guarda Civil Municipal e do SAMU – Serviço de Atendimento Móvel de Urgência. A vítima teve uma parada cardiorrespiratória.

Médico orienta como dar comprimido aos pequenos

Infelizmente, casos desse tipo acabam sendo comuns em crianças. O engasgo pode ocorrer na ingestão de comprimidos independente do tamanho, pois se trata de uma substância seca. Caso não seja dado da forma correta, pode provocar o engasgo. Portanto, os pais e responsáveis precisam ter atenção ao jeito certo de oferecer a pílula.

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Segundo o especialista, o médico Eduardo Boaventura Oliveira, que concedeu uma entrevista a emissora local, não há uma idade permitida e nem tamanho certo de comprimido para dar a crianças, mas vale ressaltar algumas recomendações de qual é a postura certa no momento do pequeno engolir o medicamento.

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É importante que a criança esteja tranquila, que ela seja orientada sobre a importância da medicação, além de não forçar a ingerir”, ressaltou o profissional. Os pais precisam ter atenção caso o filho realmente não consiga ingerir o comprimido para tomar a atitude certa. Se a criança começar a tossir, o primeiro passo é tentar acalmá-la. Caso não esteja respirando é preciso acionar o socorro com urgência.

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O profissional ressalta ser importante não forçar a ingestão do remédio se a criança estiver nervosa e chorando. O ideal é buscar orientação do pediatra para mudar o tipo de medicamento se for necessário.

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Escrito por Shyrlene Souza

Redatora na web desde 2016, formada em ciências contábeis, apaixonada pela redação desde criança. Escrevo sobre assuntos diversos, famosos, maternidade e notícias que se destacam no Brasil e no mundo.