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Auxílio Emergencial: Bolsonaro ‘bate o martelo’ e crava futuro do programa

Benefício contemplou milhares de brasileiros ao longo de quase dois anos.

i7News/Youtube/Vejapontocom/PrtScr

Alento dos brasileiros nos últimos meses, o Auxílio Emergencial tem seu calendário de pagamentos previsto encerrando no final de outubro. Diante do cenário de crise nacional em função da pandemia, muito se discute acerca da possibilidade de uma nova extensão do programa, que muito possivelmente será descontinuado.

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Entrevistado por uma rádio do Mato Grosso do Sul, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) falou que o governo federal não tem condições de esticar o Auxílio Emergencial até o final do ano em função das altas dívidas já acumuladas

“O auxílio emergencial acaba agora, este mês, não tem como continuar. Muita gente quer que continue, continue até quando? A nossa capacidade de endividamento já está ultrapassando o limite”, afirmou o chefe do Executivo. 

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Recentemente, Bolsonaro chegou a sinalizar que o benefício será postergado por mais tempo, afirmando que o país é rico, e teria condições de ajudar os mais necessitados.

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Novo programa 

Na última semana, o governo federal, no entanto, anunciou o lançamento do programa Auxílio Brasil, que vem com a missão de substituir o Bolsa Família. Ao que tudo indica, conforme foi prometido, o programa inicia os pagamentos já no mês de novembro, com cotas na casa dos R$ 400 mensais. O cronograma irá até o final do próximo ano.

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Apesar de fixar valores, o governo federal ainda não tornou público de onde virá o dinheiro para custear o novo programa. O Auxílio Brasil não atenderá a todos que atualmente estão recebendo o Auxílio Emergencial. Pelo contrário, estima-se que cerca de 20 milhões de brasileiros devam ficar sem benefícios pagos pelo governo a partir do próximo mês.

No cronograma do Auxílio Emergencial, os pagamentos da sétima e última cota para integrantes do Bolsa Família e depósito para o público geral serão realizados até o final deste mês. Computando todo o período de vigência do programa, o governo pagou 16 parcelas do benefício.

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