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Auxílio Emergencial: Caixa inicia pagamentos da sétima parcela do benefício nesta segunda (18)

Programa pode ter nova prorrogação por mais alguns meses; governo federal discute possibilidade.

O Globo - Zimel

A Caixa Econômica Federal (CEF) inicia a partir desta segunda-feira (18) o pagamento da sétima e última cota prevista do programa Auxílio Emergencial.

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Seguindo a linha já adotada, o banco irá dar prioridade para os integrantes do Bolsa Família, tendo como base o dígito final do NIS (Número de Inscrição Social). O cronograma deste grupo vai até o dia 29 de outubro, quando beneficiários do NIS final 0 serão contemplados. 

Já para o público em geral, inscritos no programa via CadÚnico, site e aplicativo, o calendário da sétima cota começa a ser pago a partir da quarta-feira (20), quando brasileiros nascidos em janeiro receberão o montante que oscila entre R$ 150 a R$ 375.

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Para este grupo, o cronograma de pagamentos vai até o dia 1 de novembro, com beneficiários nascidos em dezembro sendo atendidos. Vale lembrar que há um cronograma diferenciado neste público. Inicialmente, o dinheiro é depositado na poupança, e posteriormente liberado para saques e transferências em um outro calendário.

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  • Janeiro – 20 de outubro
  • Fevereiro – 21 de outubro
  • Março – 22 de outubro
  • Abril e Maio – 23 de outubro
  • Junho – 26 de outubro
  • Julho 27 de outubro
  • Agosto 28 de outubro
  • Setembro – 29 de outubro
  • Outubro e Novembro – 30 de outubro
  • Dezembro – 01 de novembro

Prorrogação? 

O cenário de uma nova possível extensão do benefício segue incerto. Com a dificuldade de lançamento do programa Auxílio Brasil, que viria para substituir o Bolsa Família, tem crescido nos bastidores nas últimas semanas a possibilidade do Auxílio Emergencial ser esticado por mais alguns meses.

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Recentemente, em evento realizado na Bahia, o presidente Jair Bolsonaro sinalizou, indiretamente, que o programa pode ser prorrogado, afirmando que o país tem dinheiro para ajudar os mais necessitados por mais tempo. Quem também já falou sobre o assunto foi o ministro da Economia, Paulo Guedes, indicando positivamente às chances de extensão. 

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