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Nos EUA, Paulo Guedes culpou comida e energia pela inflação tão alta

O ministro afirmou que a inflação vem acontecendo em todo o mundo e, por isso, o governo continuará apoiando a população com programas sociais.

Flickr/Alan Santos/PR

 Nesta terça-feira, 12, o ministro da Economia, Paulo Guedes afirmou que a alta dos preços é algo que está acontecendo em todo o mundo e que, no Brasil, o aumento dos preços de alimentos e energia corresponde por metade das taxas do país. A declaração foi feita pelo ministro em entrevista à CNN Internacional, nos Estados Unidos.

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Vale lembrar que o ministro está nos EUA para participar de alguns eventos organizados pelo FMI (Fundo Monetário Internacional) em conjunto com o grupo no qual integram as 20 maiores economias do mundo, a G-20, grupo em que o Brasil também faz parte.

Segundo Guedes, devido à resiliência dos preços em segmentos considerados fundamentais para a população, o governo decidiu manter os benefícios criados para ajudar os brasileiros a enfrentar a pandemia do coronavírus. “Vamos manter essa proteção”, destacou o ministro, que ainda afirmou que irão aumentar a transferência de renda direta para a população mais pobre no intuito de que as mesmas consigam cobrir os altos preços dos alimentas e da energia elétrica.

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De acordo com informações da FMI, a inflação deve continuar em alta por todo o mundo até o fim do ano, mas deve começar a arrefecer no ano que vem e, assim, voltar aos níveis pré-pandemia.

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Vale ressaltar que, ao citar a ajuda à população, Paulo Guedes se referiu aos planos do governo de aumentar o benefício médio do Auxílio Brasil para um valor médio de R$ 300 mensais. A expectativa é de que o programa, criado para substituir o Bolsa Família, seja lançado já no próximo mês.

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