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Bolsonaro explica recusa ao projeto de distribuição gratuita de absorvente: ‘Obrigado a vetar’

Para seus apoiadores, o presidente afirmou que o projeto de lei não continha a fonte dos custos com o programa.

Carolina Antunes/PR

Nesta sexta-feira, 8, o presidente da República Jair Bolsonaro (sem partido) comentou com apoiadores sobre o seu veto ao projeto de lei que garantiria a distribuição gratuita de absorvente para mulheres carentes no Brasil. Vale lembrar que desde que tomou a decisão de vetar tal projeto, Bolsonaro vem sendo muito criticado.

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Agora, ao comentar sobre o assunto, o chefe do Executivo afirmou que não teve escolha e, inclusive, que foi “obrigado a vetar”. Assim como fez em seu discurso no DOU (Diário Oficial da União), Bolsonaro disse que o projeto, que foi aprovado no Congresso, não cita a fonte do custeio para o programa, por isso, caso ele aprovasse o mesmo, poderia ser indiciado por crime de responsabilidade.

Para seus apoiadores, o líder do Executivo contou que a proposta foi apresentada inicialmente por um deputado do Partido dos Trabalhadores. No entanto, o projeto de lei que prevê a distribuição grátis de absorventes é de autoria de um grupo de parlamentares do PT, que tem como cabeça a deputada federal Marília Arraes (PT-PE).

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Bolsonaro ainda ironizou o custo de R$ 80 milhões que, se aprovado, iria ser designado a compra de absorvente todo ano e, inclusive, o comparou com o projeto de reajuste do salário mínimo.

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E mais, o presidente ainda disse ser uma irresponsabilidade apresentar e aprovar um projeto no parlamento sem apontar a fonte de custeio do mesmo. Além disso, o presidente ainda destacou que foi esse o motivo que o fez vetar, pouco tempo atrás, internet para todas as escolas públicas do país.

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