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Manifestação nacional pelo impeachment de Bolsonaro ocorrerá neste sábado 2/10

A fome, o desemprego e a alta inflação são os temas principais do movimento.

Canal do YouTube/Brasil de Fato

Neste sábado (2), ocorrerá os protestos de grupos opositores ao atual governo do presidente da república Jair Bolsonaro (sem partido), tendo como principal fundamento ao pedido de impeachment a alta da inflação acumulada no país e o aumento da fome.

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Ao contrário das manifestações ocorridas em 12 de setembro pelo MBL (Movimento Brasil Livre) em que a presença de manifestantes foi menor que o previsto, de acordo com a oposição está manifestação será a maior já realizada contra Bolsonaro, contando com a presença de grupos de centro-esquerda, centro-direita e da presença de líderes de esquerda.

A concentração em São Paulo será na Avenida Paulista, a partir das 13h, porém, grupos de direita contrários a Bolsonaro, não participarão dos protestos devido a não concordarem com os ideais levantados pela esquerda. A previsão é que as manifestações ocorram em mais de 250 cidades pelo país, com previsão de apoio de 19 partidos, a fim de criar uma onda de longo alcance contra o presidente.

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Entretanto, o fundador do PT (partido dos trabalhadores) o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ainda não confirmou se irá comparecer durante as manifestações, tendo como porta voz do partido Fernando Haddad e Gleisi Hoffmann discursando na capital paulista.

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Sergio Nobre, o presidente da CUT (Central Única dos Trabalhadores) em seu discurso de convocação da população para as manifestações de sábado disse: “O povo está sentindo na carne o desemprego recorde, o desalento, a carestia, a fome, a inflação que voltou à casa dos dois dígitos, o PIB inexpressivo, o fechamento de empresas, o descrédito e a desconfiança internacional, além do recorde de casos e mortes na pandemia”.

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Nesse sentido, as entidades sindicais de oposição almejam que os efeitos das manifestações incidam na Câmara dos deputados, presidido por Arthur Lira (PP-AL) que possui aliança com Bolsonaro, possa apreciar no plenário os pedidos de impeachment enviados.

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