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Bolsonaro ironiza quem defende comprar feijão e não fuzil: ‘Quando alguém invadir sua casa, dá tiro de feijão’

O presidente da República voltou a ironizar as pessoas que vêm defendendo a compra de alimento, ao invés de armas de fogo.

Marcos Corrêa/PR

O presidente da República Jair Bolsonaro (sem partido) voltou a ironizar nesta sexta-feira, 1º, quem pede menos armamento e mais feijão. Em frente ao Palácio do Planalto, o chefe do Executivo afirmou a alguns apoiadores que pessoas da esquerda afirmam que ninguém come arma, come feijão. Diante disso, ele disparou: “Quando alguém invadir sua casa, dá tiro de feijão”.

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Vale destacar que essa não é a primeira vez que o presidente faz um pronunciamento do tipo. Em agosto, o chefe do Executivo chegou a aconselhar seus seguidores das redes sociais a comprar um fuzil. Na ocasião, ele afirmou que “povo armado jamais será escravizado”. Em seguida, o presidente ainda chegou a afirmar saber que custa caro, contudo, “tem um idiota” falando que, na verdade, “tem que comprar é feijão”. Por fim, o líder do Executivo afirmou que quem não seja comprar um fuzil, não deveria encher o são de quem quer.

Para defender a compra de armamento pela população, Bolsonaro chegou até a citar o estado de Santa Catarina. Segundo o presidente, o estado é o mais armado, contudo, é o menos violento do Brasil. Mesmo assim, vale destacar que especialistas já caracterizam como ineficaz o fato de a população se armar para combater a violência.

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Bolsonaro ainda mostrou estar de olho nas eleições do ano que vem, por isso, reiterou alguns dos seus discursos voltados para a disputa eleitoral.

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O presidente afirmou que estão querendo derrubar o marco temporal, no entanto, se isso acontecer, segundo Bolsonaro, “acaba o Brasil”. Caso isso aconteça, o chefe do Executivo diz que faltará comida para o resto do mundo.

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