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Padre preso por roubar dinheiro de paróquia para drogas e festas confessa que é dependente químico

O religioso acabou preso e a polícia ainda investigas centenas de pessoas que teriam participado.

Divulgação/Nikola Knezevic + Unsplash

O padre italiano Francesco Spagnesi, de 40 anos, acabou sem preso Florença (Itália) após polícia local instaurar uma investigação na igreja que o religioso liberava, baseando-se em denúncias recebidas sobre um desvio de mais de 85 mil libras esterlinas (cerca de R$ 617,7 mil).

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O dinheiro desviado eram das doações recebidas pela igreja e foram supostamente usados para bancar festas de sexo com outros homens na residência do padre. O religioso, que foi ordenado em 2007 e nomeado pároco em 2009, encontra-se em prisão domiciliar até que sejam encerradas as investigações.

De acordo com o jornal The Times, a polícia ainda está interrogando centenas de pessoas que teriam participado das orgias, envolvendo paroquianos e pessoas que trabalhavam na igreja. As investigações foram iniciadas após os policiais descobrirem que um colega de apartamento do padre importou um litro de GHB da Holanda.

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GHB, ou ecstasy líquido, é uma droga muito conhecida como “droga de estupro” por ser usada para incapacitar vítimas de agressão sexual. Em uma busca no apartamento do padre, a polícia ainda encontrou garrafas de alumínio prensadas para serem utilizadas como cachimbos de crack.

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Padre admite que é dependente químico

O desfalque do dinheiro foi descoberto por um contador da paróquia e, Spagnesi, segundo informações da polícia, teria começar a roubar o dinheiro das ofertas feitas durantes as missas. Além disso, o padre chegou a solicitar fundos de alguns paroquianos mais ricos, utilizando o argumento de utilizar o valor para famílias de baixa renda.

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Ao ser interrogado, Spagnesi alegou inicialmente que o dinheiro desviado havia sido utilizado para ajudar famílias carentes da cidade, mas acabou admitindo que era dependente químico. O advogado do religioso informou ao “The Times” que ele já confessou o fornecimento de drogas nas festas e que também confessaria o desvio de fundos da paróquia.

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