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Menina tem cabelo cortado sem permissão na escola e pai fica indignado: ‘Foi a professora’

O caso gerou grande indignação nos pais da garotinha que entraram com uma ação na justiça por discriminação racial.

Reprodução/Instagram de Jimmy Hoffmeyer

O pai de uma garotinha de apenas sete anos ficou revoltado com uma situação grave que envolveu a filha. A menina teve os cabelos cortados na escola sem a permissão dos pais. Revoltado e indignado com a situação o homem decidiu levar a situação a Justiça. Ele entrou com um processo judicial pedindo uma indenização no valor de US$ 1 milhão contra a administração da escola, uma professora e uma bibliotecária.

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O processo movido pelo pai foi aberto na última terça-feira, 14 de setembro, segundo informação da mídia local. O homem alegou que os direitos constitucionais da filha acabaram sendo violados e ainda ressaltou que houve discriminação racial e intimidação étnica, agressão e inflição intencional de sofrimento emocional.

Jimmy Hoffmeyer, pai da pequena estudante, explicou que ascendência negra e branca. Ele relatou que no mês de março a menina chegou em casa com grande parte do cabelo cortado de um lado da cabeça. A pequena Jurnee disse que uma coleguinha havia usado uma tesoura e cortado o seu cabelo na escolar.

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Passado dois dias do incidente no ônibus escolar, o pai havia feito uma reclamação com o diretor e ficou surpreso quando a pequena chegou da escola com o cabelo cortado do outro lado. “Perguntei o que aconteceu e disse a ela ‘nenhuma criança deveria cortar seu cabelo”. Contudo, a criança respondeu: “mas pai, foi a professora”.

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A mãe da garotinha é branca e as funcionárias da escola que cortaram o cabelo de Jurnee também são brancas. No mês de julho, o Conselho de Educação das Escolas Públicas de Mount Pleasant se pronunciou dizendo que a funcionária que fez o corte no cabelo da criança foi repreendida, já que agiu sem consentimento dos pais e sem o conhecimento dos administradores distritais. As funcionárias envolvidas pediram desculpa e uma investigação independente não identificou preconceito racial. Os pais mudaram a garotinha de escola.

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