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Morte de criança de 10 anos durante brincadeira deixa família desolada; mãe desabafa: ‘Foi muito rápido’

A mãe do garoto que morreu de forma repentina fez questão de frisar o quanto ele era uma criança feliz.

G1

A morte de um garoto de apenas 10 anos de idade deixou a família impactada com a perda repentina. O fato aconteceu no município de Cubatão, interior do estado de São Paulo. A mãe da criança concedeu uma entrevista ao portal de notícias G1 e desabafou sobre o sofrimento que a família tem enfrentado com a perda inesperada.

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O pequeno Nicollas Rafael havia completado 10 anos de vida no dia 17 de agosto. O desejo do menino era ganhar um vídeo game e abriu mão de qualquer festividade. Com trabalho e esforço a família conseguiu realizar o sonho do garoto. Bruna Rosane, de 35 anos, mãe de Nicollas deu até um cãozinho para o filho que ficou super feliz com os mimos que recebeu.

O menino havia saído para brincar com os coleguinhas no dia 7 de setembro e depois de algumas horas ela foi surpreendida por gritos de socorro. Nicollas passou mal enquanto estava brincando na companhia dos amigos e apesar de ter sido socorrido rapidamente, ele não resistiu e morreu.

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Mãe desabafa sobre morte do filho de 10 anos


“Foi muito rápido. Ele estava feliz, brincando, com um sorriso desde a hora que acordou. Ele era saudável e muito feliz. Meu filho estava sempre feliz. É inacreditável um ataque cardíaco em uma criança, mas aconteceu. Deus recolheu meu anjo”, desabafou Bruna. Ficou constatado que o garoto tinha uma cardiopatia que era desconhecida pela família.

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Tomada de tristeza pela perda do filho, a mãe frisou que ele era uma criança feliz. A autônoma falou sobre o vazio que sente pela morte de Nicollas. Ela frisou que sempre falava para o garoto que o amava e fez questão de salientar que o garoto certamente foi muito feliz.

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Segundo o especialista, Doutor Luiz Cláudio Behrmann Martins, o menino tinha miocardiopatia hipertrófica assimétrica, que acabou provocando a arritmia fazendo com que tivesse uma parada cardíaca que culminou na morte. A enfermidade é considerada rara pela medicina e acomete de 0,3 a 0,5 casos a cada 100 mil crianças.

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Escrito por Shyrlene Souza

Redatora na web desde 2016, formada em ciências contábeis, apaixonada pela redação desde criança. Escrevo sobre assuntos diversos, famosos, maternidade e notícias que se destacam no Brasil e no mundo.