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Ex-mulher de Bolsonaro é atingida por quebra de sigilo no caso de Carlos Bolsonaro

Além da segunda ex-mulher do presidente, outras 26 pessoas foram atingidas pela quebra de sigilo bancário autorizada pela Justiça do Rio.

Reprodução/Divulgação/ Brasil247

A Justiça do Rio de Janeiro autorizou a quebra dos sigilos bancário e fiscal do vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos) e, com isso, atingiu até mesmo a ex-mulher do presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido).

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Além dela, outras 26 pessoas também foram atingidas pela decisão, como, por exemplo, os ex-assessores ligados a Fabrício Queiroz. Vale destacar que algumas delas, inclusive, já haviam sido submetidas a medidas cautelares na investigação contra o senador Flávio Bolsonaro (Patriota-RJ), também filho do presidente.

A segunda ex-mulher de Bolsonaro, Ana Cristina Siqueira Valle, mãe do 4º filho do presidente, Jair Renan. Ela foi atingida no caso porque já trabalhou no gabinete de Carlos Bolsonaro.

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Vale destacar que muitos familiares de Carlos foram contratados, se não para o seu escritório, para outros locais. Andrea Valle, irmã do vereador, por exemplo, também integra a lista de ex-assessores que terão a quebra do sigilo bancário efetuada. Valle repercutiu muito em julho deste ano quando uma reportagem do UOL divulgou áudios onde a ex-cunhada do presidente afirmava existirem desvios de salários no antigo gabinete do vereador.

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Vale lembrar ainda que familiares de Ana Cristina surgiram por diversas vezes na investigação contra Flávio. Mesmo assim, ficou fora da primeira denúncia a respeito do caso, no entanto, vale destacar que ainda há desdobramentos a serem feitos em poder do Ministério Público do Rio.

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O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro autorizou a quebra de sigilo de Carlos na investigação que apura a contratação de funcionários “fantasmas” em seu gabinete.

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