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Enfermeira grávida e bebê morrem de Covid-19 com dias de diferença; ela não queria sobrecarregar o hospital

A profissional perdeu seu bebê dois dias antes de ser declarada morta pelos médicos.

Sun

A Covid-19 continua infectando pessoas em todo o mundo. Mesmo depois do início das campanhas de vacinação, a doença, provocada pelo coronavírus, ainda é uma grande preocupação em vários países. Em alguns, o número de novos casos e mortes ainda é alto. 

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Uma das vítimas recentes da Covid-19 foi uma enfermeira de 32 anos. Haley Richardson, morava no Alabama, nos Estados Unidos, e descobriu que estava infectada com o vírus durante a gravidez. Devido a complicações da doença, não conseguiu sobreviver, assim como seu bebê.

Segundo Jordan, viúvo de Haley, a americana acreditava que tinha apenas uma infecção sinusal quando começou a sentir fadiga, perda de olfato e de paladar. Em julho, ela foi diagnosticada com o coronavírus. 

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Haley e Jordan não tinham tomado a vacina contra a Covid-19 e os dois testaram positivo. Jordan conta que a esposa ficou isolada em casa, pois sabia sobre a situação dos hospitais e não queria sobrecarregá-los. Ela optou por não tomar a vacina com medo de efeitos colaterais na gestação.

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Ela sabia como os hospitais estavam lotados e não queria sobrecarregar ninguém“, contou Jordan, em entrevista ao ABC News. “Ela sabia o que pensávamos que deveríamos procurar ao observar seus níveis de oxigênio e sua frequência cardíaca e mantê-los onde deveriam estar. Estávamos fazendo tudo o que sabíamos fazer“, continuou.

Cerca de uma semana depois do início dos sintomas, Haley apresentou níveis baixos de oxigênio e foi levada com urgência ao hospital. Ela foi transferida para a UTI e necessitou de respirador. Dois dias antes de ser declarada morta, a americana perdeu o bebê. 

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Escrito por Aurilane Alves

Escrevo sobre os assuntos mais bombados do momento, famosos, curiosidades, notícias em geral.