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Caso Miguel: mãe pesquisou na web se água do mar apagaria digitais; criança foi agredida antes de morrer

Uma perícia realizada nas roupas da criança confirmou que o sangue pertence a Miguel.

O Globo | Montagem Ingrid Machado

 Novas informações sobre a morte do menino Miguel dos Santos Rodrigues, de apenas 7 anos, foram divulgadas pela polícia nesta semana. De acordo com o Jornal O Globo, a polícia apreendeu o celular da mãe do menino, Yasmin Rodrigues de 26 anos. A mulher, que confessou ter jogado o corpo do filho no Rio Tramandaí, realizou uma pesquisa macabra através de seu celular.

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Yasmin pesquisou na internet se água do mar apagaria as impressões digitais de uma pessoa, demonstrando que o crime hediondo contra a criança foi premeditado. A polícia afirma que outras pesquisas sobre o crime foram encontradas no aparelho celular. A mãe e a madrasta de Miguel seguem presas pelo crime.

Até o momento, o corpo do menino não foi localizado. Uma perícia foi realizada na casa onde Miguel vivia com a madrasta e a mãe. De acordo com o delegado Antônio Carlos Ractz, resquícios de sangue foram encontrados em uma camiseta e em uma corrente presentes no local.

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A perícia concluiu que o sangue pertence a Miguel, que teria sido agredido antes de morrer. À polícia, a madrasta do menino confessou que Miguel era mantido acorrentado e passava a maior parte do tempo trancado em um armário. Yasmin confessou o crime e contou detalhes bárbaros da crueldade em que a criança foi submetida.

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A mãe do menino contou à polícia que na noite do crime dopou Miguel com o uso de antidepressivos e o colocou dentro de uma mala que posteriormente teria sido arremessada no Rio Tramandaí. O Corpo de Bombeiros segue com as buscas pelo corpo do menino.

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