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Mulher finge que tem câncer, pede doações nas redes sociais para tratamento e foge com quase R$22 mil

A mulher chegou a raspar cabeça para conferir maior veracidade a mentira contada, fugindo antes de ser pega com quase R$22 mil doados.

El Territorio/Montagem Guti M.

Não é raro as pessoas ficarem com receio de ajudar quem precisa, por não terem certeza se realmente se trata de uma pessoa que está passando por dificuldades financeiras ou é alguém tentando ganhar dinheiro fácil. Infelizmente, muitos daqueles que necessitam de ajuda para sobreviver são prejudicados por pessoas que agem de má-fé para tirar dinheiro dos outros com mentiras.

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Pessoas como María Leticia Zapata fazem muitos duvidarem da necessidade de quem carece de recursos básicos. A argentina de 30 anos usou as redes sociais para implorar doações de qualquer quantia para ajudá-la a atingir a marca de 350 mil pesos argentinos e, assim, conseguir pagar seu tratamento contra o câncer.

Para que não restassem dúvidas sobre sua enfermidade, a mulher raspou a cabeça e mantinha uma aparência abatida na foto em que divulgou para pedir dinheiro, fazendo com que as pessoas acreditassem que ela estava doente. Como se não bastasse, para sensibilizar ainda, María dizia que era mãe de um menino de três anos.

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O caso ganhou repercussão e foi parar na TV, o que aumentou consideravelmente o número de pessoas bem intencionadas fazendo doações para a mulher. María apresentou um atestado falso sobre a doença e afirmava que todos os tratamentos convencionais ela já havia feito e não resultaram na cura.

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Uma campanha para arrecadar doações para a suposta doente foi realizada e angariou cerca de 400 mil pesos argentinos (quase R$22 mil). A médica que emitiu o atestado foi a público dizer que o atestado apresentado por María era falso e que foi emitido para um outro paciente, mas a mulher o adulterou com seus dados.

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Antes que a polícia pudesse chegar até mulher, ela fugiu com o homem com quem morava e esvaziou sua conta bancária, levando todo o dinheiro. O Instituto Missionário do Câncer da cidade de Misiones, na Argentina, também realizou um rastreio do nome de María para saber se ela realmente já havia feito um tratamento contra o câncer e seus dados não foram encontrados. A polícia não a localizou e não há notícia sobre seu paradeiro.

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Escrito por Guti M

Redator de entretenimento e curiosidades