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Prefeito em MG deixa detentos sem vacina para aplicar nos trabalhadores, e justifica: ‘Não cometeram crime’

Prefeito explicou decisão, que foi aclamada nas redes sociais.

Foto presos | Redes Sociais - Foto prefeito - Patos Hoje | Montagem - Anna Müller

O prefeito Luís Eduardo Falcão, de Patos de Minas, interior de Minas Gerais, suspendeu, de última hora, a imunização que ocorreria nos detentos do presídio da cidade. A unidade tem hoje mais de 250 detentos, que receberiam a primeira dose.

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A vacinação dos presos faz parte do Plano Nacional de Imunização, porém, o prefeito acredita que não faz sentido, já que a população carcerária vive em total isolamento. De acordo com o PNI, os presos são tratados como prioritário para receber as doses da vacina contra a Covid-19. Só em Minas Gerais, mais de 6.800 presos já foram vacinados.

Através de um post em sua página do Facebook, Luís confirmou a suspensão e justificou a medida.

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“Realmente estava previsto pelo plano nacional de imunização, mas não faremos isso não. Não faz sentido nenhum as pessoas que estão na rua trabalhando desde o início da pandemia e não cometeram nenhum crime serem vacinadas depois que os presos, que estão isolados.”

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Decisão do prefeito foi aclamada nas redes sociais

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A decisão do prefeito causou muita repercussão nas redes sociais. “Sacanagem isso. Já basta esse país de merda apoiar bandido e ainda agora eles querem ser vacinados primeiros? Só o Brasil mesmo viu que piada”, disse um internauta.

“Mais que justo… seria um tapa na cara da sociedade… ótima atitude”, comentou outro.

“Esse é nosso prefeito! Parabéns Falcão, assumindo com todo mérito o papel de prefeito de nossa cidade”, disse outro. “Parabéns, prefeito. Os trabalhadores que saem todos os dias para trazer o pão de cada dia honestamente tem que ser vacinados primeiramente”, pontou outra.

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Escrito por Anna Müller

Bastante ativa nas redes sociais, escrevo conteúdo sobre os mais diversos assuntos para a plataforma i7 Network.