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Ciro Gomes esquece Bolsonaro e critica Lula: ‘Resolve suas contradições ou elas vão lhe devorar’

Em disputa pela presidência da República, Ciro Gomes foca seus ataques em Lula e deixa Bolsonaro de lado.

Reprodução/Exame Correio Braziliense

Após Ciro Gomes (PDT), provável candidato a presidência nas eleições de 2022, concentrar suas forças em atacar o atual presidente Jair Bolsonaro (sem partido), agora o cearense deixou Bolsonaro de lado e começou a atacar o ex-presidente Lula (PT) e outro provável concorrente.

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Ataques de Ciro Gomes a Bolsonaro

Ciro Gomes é um político conhecido no Brasil e principalmente no estado do Ceará, onde ocupou vários cargos políticos como o de Deputado Federal, Governador e Prefeito. Além de ter forte poder no estado cearense, Ciro também ocupou alguns cargos de ministro no Governo Federal.

O cearense de Sobral, estava inicialmente concentrado em atacar Bolsonaro, principalmente quando foi aconselhado pelo presidente do seu partido PDT (Partido Democrático Trabalhista), Carlos Lupi. Segundo o presidente do partido social-trabalhista, o foco deveria ser Bolsonaro e deixar Lula de lado quando fosse possível.

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Para Lupi, a principal estratégia a ser seguida seria dar quatro pancadas no atual presidente e uma em Lula. Assim estava sendo feito pelo futuro candidato até que seu foco mudou.

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Ataques de Ciro Gomes a Lula

Após uma pesquisa ser divulgada revelando que Ciro perderia para ambos os seus concorrentes eu seu estado natal, ele mudou sua estratégia e passou a focar mais no petista. Em uma entrevista ao Jornal Folha de São Paulo, o cearense disse que a tragédia sofrida pelo presidente está virando uma tragédia shakespeariana para Lula.

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De acordo com Ciro, o oportunismo estratégico em pedir impeachment e denunciar Bolsonaro é muito perigoso. Ele completou sua fala dizendo que Lula deve resolver suas contradições ou senão elas irão devorá-lo. Além disso, disse em uma postagem nas redes sociais que Lula não fala em corrupção porque sua “turma manda a ver”, e citou alguns nomes como o vice do governo do petista, Ricardo Barros.

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