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Jovem de 17 anos morre vítima da Covid-19 após contrair doença duas vezes: ‘É muito dolorido’

Muitos jovens sem comorbidades e com um estilo de vida saudável tem morrido vítima da Covid.

UOL

A Covid-19 tem provocado grandes perdas desde o começo da pandemia do coronavírus. Com as mutações que o vírus vem sofrendo ao longo do tempo, os especialistas percebem uma mudança no perfil das vítimas. No começo, a grande preocupação era com as pessoas idosas e com os portadores de comorbidades, pois esse grupo tinha maior propensão a desenvolver a forma mais grave da doença.

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No entanto, isso tem mudado e são atualmente pessoas jovens e sem comorbidades também que têm sofrido complicações e até mesmo muitos casos acabam evoluindo à óbito. Esse é o caso da jovem de apenas 17 anos de idade que morreu vítima da Covid-19 em Maringá, cidade que fica localizada no estado do Paraná.

Inclusive, essa foi a segunda vez que a adolescente havia contraído o coronavírus. Jackeline dos Santos foi diagnosticada pela primeira vez no mês de março deste ano e apresentou apenas sintomas leves do vírus na ocasião. Já o segundo diagnóstico aconteceu após a sua morte, segundo informação dos familiares.

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Segundo informação do irmão da adolescente, Michel Rafael, de 32 anos, a mãe foi até o quarto dela pela manhã e viu que Jackeline estava com dificuldade para respirar. Ela foi socorrida e levada para o hospital, mas acabou sofrendo uma parada cardíaca. Os médicos fizeram a manobra de ressuscitação, mas infelizmente não tiveram sucesso.

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Por causa do óbito, foi realizado um exame que atestou positivo para o coronavírus, pois o primeiro havia dado negativo. A jovem não havia apresentado nenhum sintoma associado ao vírus e o diagnóstico positivo para a doença pegou a família de surpresa. De acordo com o irmão, a família respeitava os protocolos de segurança e a adolescente tinha um estilo de vida saudável.

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Inclusive, o irmão fez questão de frisar o estilo de vida saudável que ela tinha. “Durante toda vida dela nunca apareceu nada. Ela sempre foi muito saudável, fazia vôlei, natação, jogava futsal. Ela era muito ativa, não bebia, não fumava”, explicou o rapaz. “Cada pai, cada mãe que perde um filho, no meu caso irmã, é muito dolorido”, desabafou Michel. Ele também ressaltou que mais ninguém da família apresentou sintomas do coronavírus.

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