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Criança de 2 anos passa por cirurgia de urgência após engolir 16 ímãs: ‘arrancaram quase um metro de intestino’

Menino teve retornar ao hospital após procedimento pois vinha perdendo peso.

Isto É

Um menino de 2 anos precisou ser submetido a uma cirurgia após ingerir 16 ímãs de um brinquedo. O caso aconteceu na Flórida, nos Estados Unidos. Em entrevista à CNN, a mãe do garoto, Hannah Arrington, disse que o brinquedo foi levado para casa pelo irmão mais velho de Konin no final de abril. No Brasil, o objeto é conhecido como “neocube”.

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Segundo os pais da criança, quando eles tomaram conhecimento do brinquedo e dos riscos decidiram jogá-lo no lixo, mas já era tarde. Em maio, Konin apresentou fortes dores no abdômen e foi levado para uma unidade hospitalar. No exame de raio-x veio a surpresa.  

“No raio-X, o médico mostrou uma linha que quase parecia um cabo de corrente”, afirmou a mãe do menino. 

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De acordo com os médicos, a criança engoliu 16 ímãs, que acabaram se unindo nos dois intestinos, criando um orifício no canal do estômago até o colón. Após o diagnóstico impactante, o pequeno foi levado para um hospital rapidamente e passou por uma cirurgia de laparotomia. 

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“Ele fez a cirurgia e os médicos arrancaram quase um metro do intestino delgado”, disse a mãe do menino à CNN. 

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Volta ao hospital

Após a realização do procedimento cirúrgico e um período de internação, Konin chegou a receber alta médica, contudo, necessitou retornar à unidade hospitalar após ter perda de peso. 

Konin recebeu diagnóstico com síndrome do intestino curto e vem fazendo uso do tubo alimentar. Nesta nova fase, o garoto deve ser monitorado regularmente com exames clínicos para acompanhar a evolução do quadro recuperatório. O caso dele liga um alerta para cuidado máximo dos pais para que crianças não engulam objetos presentes em brinquedos.

Segundo especialistas da área, a ingestão de mais de uma ímã pode impactar em um atração dos objetos dentro dos intestinos, o que leva à buracos na região do abdômen e envenenamento do sangue, o que fatalmente pode ocasionar a morte do paciente.

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