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Pai de Henry tem pedido acatado pela Justiça para julgamento e dispara: ‘Ninguém ficará impune’

Leniel Borel entregou o filho para a ex-esposa no dia 7 de março, após passar o final de semana com o garoto.

UOL | DIVULGAÇÃO | MONTAGEM INGRID MACHADO

Após ter um pedido de ser auxiliar na acusação do Caso Henry aceito pela Justiça, o engenheiro Leniel Borel, pai da vítima, já alinha estratégias com seu advogado Leonardo Barreto, para acusar a professora Monique Medeiros, sua ex-esposa, e o médico e vereador Dr. Jairinho no processo que está tramitando no II Tribunal do Júri. 

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Apesar da requisição de ajudar no processo ter sido movida pelo pai de Henry, caberá o advogado executar a função, conforme determina a lei. 

Em entrevista ao portal G1, o engenheiro se mostrou focado em auxiliar a Justiça no que for preciso, objetivando que Monique e Jairinho não fiquem impunes pela morte do filho de 4 anos. 

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“Sei que nada vai trazer meu filho de volta, mas desejo auxiliar em todo o processo para que a justiça seja feita. Ninguém ficará impune”, afirmou Leniel, que além de contribuir como assistente, será testemunha no julgamento da professora e do parlamentar. 

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Em algumas entrevistas recentes, Leniel também questionou o fato da avó materna de Henry e da babá, que tinham o contato dele, não o informar sobre a rotina de violência que o garoto vinha sendo vítima. 

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Prisão preventiva

Enquanto aguardam o curso do processo no Ministério Público do Rio de Janeiro, Monique e Jairinho seguem detidos em unidades prisionais distintas, cumprindo prisão preventiva determinada pela Justiça. O parlamentar divide cela com outros cinco detentos, enquanto a professora, segue isolada, por temor de algum tipo de retaliação das outras detentas para com ela no Instituto Penal Ismael Sirieiro. 

Desde que foi conduzida até a penitenciária, a mãe de Henry já relatou ter sofrido diversas ameaças de outras prisioneiras que tomaram conhecimento do caso que impactou o país. 

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