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Jovem de 18 anos morre durante relação em noite de núpcias em MG; socorristas tentaram intubação

Viúvo tentou acionar carro de aplicativo, mas teve dois pedidos negados e foi recomendado a chamar o Samu.

SIC Notícias

O caso de morte de uma jovem de 18 anos ocorrido nesta semana em Ibirité, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, gerou forte comoção. Recém-casada, uma mulher morreu após passar mal durante relações íntimas com o companheiro, na residência do casal situada no bairro Serra Dourada.

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A jovem, que não teve a identidade revelada, havia se casado horas antes no município. Segundo o boletim de ocorrência registrado, a mulher se casou na última quinta-feira (10), e pouco tempo depois se sentiu mal e veio a óbito, antes mesmo de ser conduzida para uma unidade hospitalar próxima. 

Em relato à polícia, o marido da vítima, um homem de 29 anos, disse que durante a relação íntima, a companheira relatou que estava sentindo falta de ar. Na sequência, ele disse ter saído da residência e pediu ajuda para uma vizinha. Em um primeiro momento, eles acionaram um carro de aplicativo para auxiliar no socorro, mas o motorista negou fazer a corrida ao chegar no local do chamado.

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Um outro profissional foi chamado, mas quando o motorista se deparou com a moça desacordada, recomendou que o marido da jovem acionasse uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). 

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Intubação

Ao chegar na residência, os socorristas constataram que a recém-casada tinha quadro de parada cardiorrespiratória, e intubou a paciente. A vítima, no entanto, acabou não resistindo e o óbito foi confirmado ainda no local. A cena do homem chorando enquanto o chamado era atendido comoveu vizinhos e pessoas que acompanhavam o caso. 

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Polícia acompanha o caso 

Mesmo o corpo da jovem não apresentando sinais de violência, a Polícia Militar atendeu a ocorrência para investigar a morte. Em depoimento às autoridades, a vizinha do casal relatou não ter ouvido nenhum tipo de grito ou barulho de agressão. 

O corpo da recém-casada foi levado para o Instituto Médico Legal (IML) da capital mineira, e posteriormente liberado à família para as cerimônias de velório e sepultamento. 

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