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Palavras de Jairinho na noite da morte de Henry impactam: ‘Dá o atestado para a gente levar o corpinho’

Através de um telefonema, o vereador tentou fazer com que o corpo da criança não fosse levado ao IML.

Jornal Extra | Divulgação | Montagem Ingrid Machado

Detalhes sobre a noite da morte do menino Henry Borel, de apenas 4 anos, seguem sendo divulgados. Na última terça-feira (8), o executivo Pablo Menezes, revelou o teor das mensagens recebidas de Jairinho, padrasto de Henry, na noite da morte da criança. O menino faleceu na madrugada do último dia 8 de março após ser levado ao hospital pela mãe, Monique Medeiros, e por Jairo Souza.

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Henry chegou ao hospital apresentando parada cardiorrespiratória e não resistiu apesar das manobras realizadas pelos médicos. Monique e Jairo seguem presos por homicídio duplamente qualificado. Após receber a notícia sobre a morte do menino, Jairinho enviou mensagens ao executivo Pablo Menezes.

Pablo, que é vice-presidente de operações e relacionamento da Qualicorp e conselheiro no Instituto D’Or de Gestão de Saúde, revelou que o vereador tentou agilizar a liberação do corpo de Henry para que ele não fosse submetido aos exames do IML (Instituto Médico Legal). Jairinho não teve sucesso em seu pedido e o corpo da criança foi submetido à necropsia.

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Os resultados dos exames apontaram que Henry sofreu diversas lesões, apresentado hemorragia interna e laceração hepática. O resultado da necropsia pôde comprovar que o menino não sofreu um acidente doméstico como afirmaram Monique e Jairinho. As palavras ditas pelo médico ao executivo na noite da morte do enteado impactam.

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Vê se alguém dá o atestado para a gente levar o corpinho e virar a página”, escreveu o vereador em mensagens enviadas à Pablo Menezes. O executivo disse, ainda, que jamais atenderia um pedido ilegal do vereador, e que os médicos não liberam o corpo pelas circunstâncias as quais o menino chegou ao hospital.

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