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Caso Henry: Jairinho tentou impedir que o corpo do menino fosse para o IML

O executivo Pablo Menezes relatou em depoimento ter recebido mensagens e ligações de Jairinho no dia da morte de Henry Borel.

Reprodução/Divulgação

O executivo Pablo Menezes revelou em depoimento ao Conselho de Ética da Câmara Municipal do Rio detalhes de mensagens e telefonemas que teria recebido do vereador Jairo Souza Santos Júnior, o Dr. Jairinho (sem partido), na madrugada do dia 8 de março, mesmo dia em que Henry Borel, de 4 anos, morreu. O depoimento de Pablo foi feito na última terça-feira, 8, e as informações divulgadas pelo Extra.

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Pablo Menezes, vice-presidente de operações e relacionamento da Qualicorp e conselheiro da Rede D’Or, contou que em seus contatos Jairinho tentava impedir que o corpo do menino Henry Borel fosse levado para o Instituto Médico Legal.

Vale lembrar que o laudo de exame de necropsia apontou que o menino sofreu uma hemorragia interna a laceração hepática provocada por ação contundente. E mais, também foram apontados hematomas, equimoses, edemas e contusões incompatíveis com um acidente doméstico que, de início, foi relatado pela mãe do menino.

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Por volta ds 4h57, o vereador Dr. Jairinho enviou diversas mensagens a Menezes pedindo que o executivo entrasse em contato com ele assim que possível. Às 7h17 da manhã, Jairinho chegou a ligar para Menezes relatando que havia acontecido “uma tragédia”, que Henry Borel havia morrido, e, inclusive, pedindo para que o executivo “agilizasse o óbito”.

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O vereador chegou com a namorada, Monique Medeiros, mãe do menino, por volta das 3h50. Depois disso, a equipe médica atestou a morte de Henry Borel às 5h42. Depois disso, os dois foram presos suspeitos de envolvimento no crime.

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