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Jovem é suspeito de matar a própria mãe e atitude dele após o crime impacta; vídeo traz revelações fortes

Suspeito apresentou versões diferentes em depoimentos à polícia, e vídeo trouxe revelações que o desmentiu.

G1 - UOL - Montagem

Após meses de investigação, a Polícia Civil de São Paulo identificou que a morte de Márcia Lanzane, de 44 anos, ocorrida no final do ano passado, no litoral paulista, foi provocada pelo próprio filho dela, o bacharel em direito Bruno Eustáquio, de 23 anos.

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Mergulhado no caso, os investigadores conseguiram obter uma gravação interna da residência onde Bruno morava com a mãe no Guarujá, que foi determinante para evidenciar que o jovem asfixiou a mãe em um cômodo da casa.

O mais impactante é que após o crime brutal, Bruno agiu como se nada tivesse ocorrido, retornando inclusive para a sala para assistir televisão, e no dia seguinte ainda saiu para ir à academia. Na oportunidade, quando o corpo da mãe foi encontrado e a morte foi confirmada, Bruno depôs à polícia, classificando o caso como um acidente. 

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Além disso, após ter provocado a morte de Márcia Lanzane, ele utilizou as redes sociais para lamentar a perda, declarando luto. Quando toda a situação foi evidenciada, o caso gerou uma enorme revolta entre os familiares. 

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Indiciado

Depois de concluir o inquérito, a Polícia Civil indiciou o jovem por homicídio doloso, quando há a intenção de matar, e solicitou a prisão preventiva do suspeito. As investigações foram concluídas no último dia 31 de maio, e toda a documentação foi entregue ao Ministério Público (MP), que definirá se denunciará Bruno Eustáquio à Justiça ou fará novas diligências do caso impactante.

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Na época da morte da mãe, o jovem contatou amigos e pessoas próximas para relatar que havia encontrado a mãe caída em seu quarto sem vida, após ter retornado da academia. À polícia, o suspeito apresentou versões contraditórias.

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