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Dor, crise de ansiedade e falta de ar: jovem relata deformação em alectomia, procedimento para afinar o nariz

O procedimento tem sido feito por profissionais que não têm permissão para realizar esta cirurgia.

G1

Muitas pessoas buscam a perfeição do corpo e, por isso, recorrem a procedimentos estéticos e cirurgias plásticas. No entanto, muitos desses tratamentos acabam tendo resultados catastróficos e, em algumas situações, pode ser difícil reverter o erro. Esse é o pesadelo que a nutricionista Ludmilla Delfino está passando após uma alectomia.

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A alectomia é uma intervenção estética, que tem deixado muitos problemas. A nutricionista contou que passou sete meses respirando somente pela boca e passando por várias inflamações na garganta. “Desenvolvi algumas crises de pânico. Acordava à noite assustada, com a sensação de que me faltava ar”, desabafou a nutricionista.

A mulher ressaltou que perdeu a vontade de sair de casa e chegou a parar de almoçar com os amigos para que elas não a vissem sem máscara. A alectomia tem o objetivo de reduzir as asas nasais para poder fazer com que o nariz fique mais fino. Teoricamente a técnica é algo simples: o paciente recebe uma anestesia local, e o profissional que está fazendo o procedimento corta um pedaço dessas estruturas, que circundam as narinas, e após feito isso, é fechado com pontos.

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Contudo, o resultado desse tipo de procedimento feito de forma apressada e mal feita acaba muitas vezes mutilando o paciente. Com as narinas assimétricas, a pessoa pode desenvolver cicatrizes permanentes, problemas respiratórios e até mesmo dores constantes.

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É importante deixar claro que biomédicos, dentistas e outros tipos de profissionais de estética não têm autorização para poder realizar esse tipo de atendimento. O médico é o profissional autorizado a fazer cirurgias no nariz. Portanto, esse é profissional adequado para realizar o procedimento.

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