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Especialista faz grave alerta sobre 3ª onda da Covid-19 no Brasil: ‘Potencial de ser devastadora’

Especialista falou sobre a nova variante indiana, que pode ser ainda mais transmissível.

Reprodução: G1

Especialistas estão prevendo uma 3ª onda da Covid-19 no Brasil e, segundos os profissionais, ela deve acontecer no final do mês de junho ou começo de julho. Pedro Hallal, ex-reitor da UFPel  (Universidade Federal de Pelotas), falou sobre o assunto durante uma entrevista concedida à GloboNews, na manhã desta última quarta-feira, 26 de maio.

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Pedro explicou que a 3ª onda está chegando ao Brasil antes do aguardado, segundo a sua percepção. Ele acredita que ela deveria começar com um pouco mais de força no final de junho, começo de julho, porém, ela está vindo com um mês de antecedência. Segundo o ex-reitor, a situação é preocupante, pois o país ainda tem uma média diária de óbitos pelo coronavírus muito alta.

“A 3ª onda tem potencial de ser devastadora se o Brasil não levá-la a sério, como aliás não levou a sério nem a primeira, nem a segunda onda. No caso do Brasil, a 3ª onda é extremamente preocupante porque a gente já parte de um patamar muito alto. O momento que está começando nós já estamos com 2 mil mortes de média móvel diária, então assim, não tem como fazer uma previsão otimista”, frisou o profissional.

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O especialista ainda ressaltou que um dos motivos para os casos da doença aumentarem é o maior número de circulação de pessoas. Ele ressaltou que o Brasil deve enfrentar uma terceira onda da Covid-19, e existe a tendência que seja ainda mais grave, pois já foi identificada no país a variante que tem provocado caos na Índia.

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Essa nova cepa do vírus tem se mostrado ainda mais transmissível e caso o Brasil não consiga controlar a disseminação da variação indiana, a situação pode ser muito grave.

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Numa tentativa de controlar a disseminação desenfreada dessa nova cepa, o Ministério da Saúde tem feito barreiras sanitárias nos aeroportos e fronteiras.

A boa notícia é que os testes realizados com os imunizantes disponíveis tem se mostram eficientes contra a nova cepa da Índia. Para o especialista, o país precisa colocar a vacinação como meta principal para tentar minimizar o máximo possível os efeitos causados pela 3ª onda.

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