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‘Brinquei com a saúde pública’, diz falso médico que foi desmascarado após escrever ‘potácio’

Ele havia sido contratado para anteder uma UPA e foi desmascarado após ter cometido um erro de português.

G1

O falso médico que foi desmascarado por causa do erro de português ao escrever uma palavra errada falou sobre a situação. Após escrever a palavra ‘potacio’ ao invés de potássio e gerar desconfiança por não conseguir usar o sistema eletrônico de farmácia, ele admitiu que errou com a atitude. “Eu errei, brinquei com a saúde pública”, disse Aleksandro Gueivara.

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Aleksandro Gueivara, o falso médico, foi contratado pela Organização Social Viva Rio para poder prestar atendimento em uma UPA – Unidade de Pronto Atendimento de Engenho Novo, que fica localizado na Zona Norte da cidade do Rio de Janeiro. Após ter sido desmascarado, o homem foi excluído dos cadastros da entidade e não recebeu mais pagamento.

Através de mensagens, ele falou que foi encaminhado à delegacia. De acordo com o portal de notícias G1, o homem ainda continuava em liberdade. Uma equipe de reportagem do RJ1 procurou o falso médico em sua residência, que fica em Taquara, região oeste do município, nesta quarta-feira, 26 de maio.

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No local, um homem recebeu a equipe de reportagem e se apresentou como sendo irmão gêmeo do falso médico. De acordo com essa pessoa, o irmão tinha o grande sonho de se tornar médico, mas nunca teria estudado medicina. “Ele nunca fez isso antes, foi a primeira vez que ele fez isso, que ele falou comigo”, afirmou o irmão.

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Em suas redes sociais, Aleksandro aparece vestido de segurança e armado. Já em outra imagem, ele está trajado com uniforme do Corpo de Bombeiros. A reportagem entrou em contado com a corporação e foi informada que ele não faz parte do corpo militar. Além de ter cometido o erro de ortografia, o falso médico também foi descoberto após ter prescrito um medicamento que o paciente não conseguiu, pois, o número de cadastro no CRM – Conselho Regional de Medicina que estava informado na receita não existia.

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De acordo com a instituição que fez o contrato, o recrutamento dos médicos foi feito às pressas e o registro não foi consultado.

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