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Caso Henry: Monique faz pedido à Justiça para tentar ‘mostrar verdade’; professora está presa há quase 2 meses

Monique Medeiros está detida em unidade prisional situada em Niterói, no Rio de Janeiro.

REPRODUÇÃO RECORD TV / ARQUIVO PESSOAL MONIQUE MEDEIROS

Detida desde o dia 8 de abril, a professora Monique Medeiros Costa e Silva, mãe do menino Henry, segue buscando alternativas para sua defesa no inquérito da morte do próprio filho de 4 anos. Através do seu trio de advogados, ela solicitou à Justiça a desinterdição do apartamento que morava com Jairinho, na Barra da Tijuca, lugar da morte da criança. A informação foi revelada pelo jornal O Globo.

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O pedido foi encaminhado para a juíza Elizabeth Machado Loura, titular do II Tribunal do Júri. A defesa de Monique alega que o prazo de 30 dias para perícia criminal no apartamento 202 do condomínio Majestic já se esgotou, e que no local há “elementos de prova a serem colhidos” que irão ajudar Monique na defesa do inquérito. A professora está sendo representada por Hugo Novais, Thiago Minagé e Thaise Mattar Assad. 

O apartamento onde Monique residia com o filho e o vereador Jairinho desde o início do ano foi interditado no dia 24 de março. Na oportunidade, a Justiça determinou a medida para que o local pudesse passar por uma minuciosa perícia complementar, com intuito de auxiliar na apuração do caso. 

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Prisão preventiva

Um dia antes da prisão temporária vencer, a Justiça atendeu um pedido da Polícia Civil do Rio de Janeiro e converteu a prisão do casal para preventiva, sem a possibilidade de soltura durante o curso do processo.

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Inicialmente, Monique e Jairinho foram detidos por atrapalharem as investigações do caso, além de ameaçarem testemunhas que iria depor no inquérito. Após o fechamento da apuração, por parte da Polícia Civil, os dois foram indiciados por homicídio triplamente qualificado, tortura, coação, falsidade ideológica e fraude processual. 

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