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São Paulo solicita barreiras sanitárias em aeroportos para impedir variante indiana da Covid-19

Maranhão foi o primeiro estado brasileiro que registrou a nova cepa indiana do coronavírus.

Reprodução/ Jornal São Paulo Zona Sul

Na última quinta-feira (20), o estado do Maranhão registrou os primeiros casos no Brasil da nova variante indiana do coronavírus. A variante indiana é chamada de B.1.617. Com essa notícia, a Secretaria Municipal de Saúde da capital paulista solicitou à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) que a mesma implemente barreias sanitárias nos aeroportos da cidade para que a chegada da cepa indiana na capital paulista seja dificultada.

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A Prefeitura de São Paulo solicitou que as barreiras sanitárias sejam instaladas no aeroporto de Congonhas, na própria capital e no aeroporto de Guarulhos.  A variante indiana chegou ao Brasil pelo estado do Maranhão, alguns tripulantes de um navio vindo da África do Sul estavam infectados com a nova cepa.

Edson Aparecido, secretário de Saúde da capital paulista, demonstra estar muito preocupado com a situação e já solicitou uma reunião com o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga para debater a questão da implantação das barreiras sanitárias. De acordo com Edson Aparecido, os aeroportos são controlados pela Anvisa, desse modo é necessário um controle nacional, sendo preciso um grande esforço coletivo.

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O secretário de Saúde da capital paulista reiterou que colocará a disposição da Agência profissionais paulistas para que os mesmos ajudem na instalação das barreiras sanitárias. São Paulo ainda não detectou nenhum caso da variante indiana, apenas a variante brasileira a chamada P.1 está em circulação no estado.

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A variante indiana é bastante temida pelo mundo. Por ser considerada mais transmissível, ela pode afetar diretamente nos planos de reabertura de alguns países onde já foi detectada, como é no caso do Reino Unido e Argentina.

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