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Mãe que ateou fogo e matou próprio filho recém-nascido escondeu gravidez de todos; detalhes impactam

Jovem foi detida pouco tempo depois que o corpo do bebê foi encontrado carbonizado.

G1 - Jhonathan Cavalcante - Jornal Opção - Montagem

Mais um caso bárbaro de violência contra um bebê foi registrado no país e gerou um misto de revolta e comoção. Na última quarta-feira (12), o corpo de um bebê carbonizado foi encontrado em uma rua na cidade de Anápolis, em Goiás. Em investigações, a Polícia Civil descobriu que a autora do crime contra o recém-nascido era a própria mãe dele. 

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A mulher de 24 anos, que não teve identidade revelada, foi detida e confessou a ação bárbara na delegacia. Segundo ela, a motivação do crime foi pelo fato de que sua mãe morreria caso soubesse da existência do bebê. A jovem alegou que a mãe é acamada, e não receberia bem a notícia. O pai dela mora no exterior, e não tinha conhecimento da gestação.

Tudo às escondidas 

Em seu depoimento à polícia, a mãe do recém-nascido disse ainda que, durante a gestação, colocou diversas cintas para pressionar a barriga e esconder a gravidez. Segundo o delegado Wlisses Valentim, responsável pelo caso, ela chorou durante a oitiva, mas demonstrou que estava convicta da decisão de não ter o filho. “Ela estava muito certa do que queria”, afirma o delegado.

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Ao que tudo indica, o bebê recém-nascido tinha cerca de uma semana de vida, e poderia estar vivo antes de a mãe ter ateado fogo ao seu corpo. Um exame cadavérico no IML trará maiores detalhes. 

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O namorado, e pai do recém-nascido, também prestou depoimento, mas foi liberado. A Polícia investigará se ele teve envolvimento no caso que deixou moradores de Anápolis perplexos. Na oitiva, o jovem disse ter conhecimento da gravidez, mas destacou que os dois haviam combinado que iriam realizar um aborto, e que a jovem o informou que o procedimento havia sido realizado com sucesso. 

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A suspeita segue presa na sede na GIH, aguardando os próximos passos das investigações. 

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