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Caso Gael: possível evidência pode ser reviravolta nas investigações; há risco de versão ‘cair por terra’

Menino foi sepultado na manhã desta quinta-feira (13), em cidade do interior do Paraíba.

Reproduçao RecordTV

A Polícia Civil de São Paulo segue trabalhando nas investigações do caso de morte do menino Gael de Freitas Nunes, de 3 anos, ocorrida na última segunda-feira (10). A vítima foi encontrada pela tia-avó caído no chão, com ferimentos e coberto com uma toalha. Classificada como principal suspeita, a mãe teve prisão preventiva decretada e está detida em Tremembé, no interior paulista.

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Responsável por atender Gael após o menino dar entrada na Santa Casa de Misericórdia, em São Paulo, uma médica revelou ao programa Cidade Alerta, da RecordTV, nesta quinta-feira (13), que o menino apresentava ferimentos nas partes íntimas, que poderiam indicar agressões anteriores ao dia em que ele foi morto.

A profissional de saúde disse que os ferimentos podem evidenciar sinais de maus-tratos que o menino já vinha sendo vítima. Caso isso seja comprovado com laudos, há uma grande possibilidade da versão de que a mãe dele teria um surto psicótico antes de atacá-lo pode ser derrubada. 

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Final de semana com o pai

Gael de Freitas passou o final de semana do Dia das Mães com o pai, Felipe Nunes. Segundo ele, que se separou da ex-mulher quando o menino tinha apenas seis meses, Gael não apresentava nenhuma anormalidade.

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Sepultamento

O corpo de Gael foi sepultado na manhã desta quinta-feira (13), no município de Prata, no Cariri da Paraíba, terra natal dos pais dele. A cerimônia foi marcada por forte comoção dos familiares e amigos, contando com a presença de centena de pessoas.

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O velório estava previsto para ocorrer no ginásio da cidade, mas o Ministério Público da Paraíba fez uma recomendação para que a cerimônia fosse restrita, para não descumprir os protocolos sanitários e de isolamento social em função da pandemia do coronavírus. 

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