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Tia-avó de Gael traz revelações de socorro ao menino e diz que já esperava o pior: ‘Já tinha percebido’

Gael ainda foi socorrido por uma equipe do Samu e conduzido para a Santa Casa de Misericórdia de SP, mas não resistiu.

G1 - R7 - Reprodução

O caso de morte do menino Gael de Freitas Nunes, de 3 anos, ocorrido em um apartamento do bairro Bela Vista, na região central de São Paulo, na última segunda-feira (10), gerou forte comoção nacional. Principal suspeita do crime, a mãe da vítima está detida e teve prisão preventiva decretada pela Justiça um dia após o crime. 

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A Polícia Civil de São Paulo trabalha nas investigações do caso, e tem ouvido testemunhas e colhido provas para elucidar o inquérito. Gael morava com a mãe, uma tia-avó e a irmã, uma adolescente de 13 anos que foi responsável por acionar o Samu, após a tia-avó, Maria Nanete de Freitas, encontrar o menino ferido na cozinha, caído no chão. 

Em entrevista ao programa do Datena, na Rádio Bandeirantes, a tia-avó trouxe detalhes da relação entre a mãe e o menino, bem como o que aconteceu no dia do crime. Segundo Maria Nanete, ela nunca presenciou agressões de Andréia contra Gael. Ela ainda destacou que a mulher de 37 anos gostava muito do filho, e ele dela. 

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Cena impactante

Logo após ouvir dois barulhos que sucederam um choro de Gael, Maria Nanete contou que se dirigiu até a cozinha e encontrou o menino caído no chão, coberto com uma toalha de mesa. Perplexa com a cena, ela questionou Andréia sobre o que tinha acontecido, mas não obteve nenhuma resposta. 

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A tia-avó pegou Gael no colo e rapidamente levou para um dos quartos do apartamento, enquanto a irmã do menino ligava para o Samu. Segundo Maria Nanete, ela já tinha conhecimento de que o neto não havia resistido às agressões e temia pelo pior. 

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“Ali ele já estava morto. Vi que tinha um machucado na testa. Se tinha outros, não sei, não vi. Eu estava muito desesperada, percebi que ele não estava vivo, mas, para minha outra neta não perceber, disfarcei. O rapaz [do SAMU] que atendeu deu um sinal pra mim. Eu já tinha percebido”, afirmou a tia-avó de Gael. 

Andréia de Freitas foi transferida na noite da última terça-feira (11) para a penitenciária feminina de Tremembé, no interior de São Paulo. A unidade prisional é conhecida por receber criminosos de casos de grande repercussão, como por exemplo Suzane Von Richthofen, Ana Carolina Jatobá e Elize Matsunaga.

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