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Vacinação contra a Covid-19 para gestantes é suspensa no RJ após caso adverso; detalhes são divulgados

Na última segunda-feira (10), a Anvisa emitiu nota suspendendo a aplicação da vacina Astrazeneca em grávidas.

G1 | Divulgação| Imagem Ilustrativa | Montagem Ingrid Machado

Nas últimas semanas, o cronograma de vacinação nacional havia liberado a aplicação das vacinas contra Covid-19 em grávidas e puérperas com comorbidades. Porém, de acordo com o site G1, a Anvisa emitiu nota na última segunda-feira (10), suspendendo a aplicação na vacina Astrazeneca em gestantes com doenças preexistentes ou não.

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O Secretário Estadual de Saúde Alexandre Chieppe afirmou que a imunização deste grupo vinha sendo feita com a vacina de Oxford, já que as vacinas Coronavac e Pfizer estão em falta devido à escassez de insumos. O secretário disse, ainda, que a vacinação contra a gripe seguirá o cronograma para gestantes normalmente.

Ao recomendar a suspensão da vacina, a Anvisa afirmou que a bula da vacina Astrazeneca deve ser seguida rigorosamente pelo cronograma de vacinação, e salientou que o fabricante não indica o uso do imunizante em grávidas sem recomendação médica. Em nota, a Secretaria Municipal de Saúde afirmou que um evento adverso em uma gestante que tomou a vacina estaria sendo investigado.

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Até que a investigação do caso de evento adverso em gestante seja finalizada pelo Ministério da Saúde e o Programa Nacional de Imunizações se pronuncie, por precaução, a SMS suspende a vacinação de gestantes e puérperas”, disse o comunicado.

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Nesta terça-feira (11), as gestantes e puérperas que se encaminharem até postos de saúde do Rio de Janeiro não serão vacinadas. A secretaria da cidade aguarda a chegada de cerca de 50 mil doses da vacina Pfizer para retomar a campanha em grávidas e mulheres que acabaram de dar à luz.

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