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‘Preferimos morrer lutando do que perecer em casa’, diz Bolsonaro

Bolsonaro se pronunciou novamente a respeito das medidas restritivas que são adotadas em meio à pandemia da Covid-19.

Evaristo Sá/AFP

O presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), afirmou nesta sexta-feira, 7, que ele e todos seus apoiadores preferem “morrer lutando do que perecer em casa”. Além disso, o chefe do Executivo também diz que ‘seu Exército’ não irá ser usado para manter a população brasileira dentro de casa, em meio à pandemia do coronavírus.

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Bolsonaro afirmou que “o grande exército brasileiro” fará de tudo, “até a própria vida”, para que assim a liberdade seja garantida. O presidente ainda completou dizendo: “preferimos morrer lutando do que perecer em casa”.

Assim como já havia sido feito anteriormente, Bolsonaro se referiu ao Exército brasileiro como seu, mas desta vez ainda fez questão de acrescentar as demais Forças do Brasil: a Marinha e a Aeronáutica. O presidente disse que não receará caso tenha que tomar uma decisão.

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Baseado no artigo 5º da Constituição, que refere aos direitos e deveres do cidadão brasileiro, Bolsonaro voltou a afirmar ter um decreto pronto para que algumas medidas de restrição de circulação sejam revogadas.

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Na quinta-feira, 6, Bolsonaro também comentou sobre as eleições de 2022 e chegou a afirmar que as mesmas não aconteceram sem voto impresso. A declaração foi feita pelo presidente durante a sua live semanal.

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O presidente fez questão de ressaltar um trecho de uma recente entrevista concedida pelo ministro Luís Roberto Barroso, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Barroso afirmou que seria um verdadeiro “caos” caso o voto impresso seja realmente adotado. Para se pronunciar sobre a declaração do magistrado, Bolsonaro chegou a se referir a Barroso como “dono do mundo” e “homem da verdade absoluta”. Além disso, o presidente também chegou a afirmar que o magistrado “não pode ser contestado”.

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