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Conheça os passos do assassino desde que acordou até a hora do atentado a creche de Saudades

Fabiano acordou cedo e cumpriu uma rotina antes de se dirigir até a creche para cometer o crime.

Portal In Foco RS

Antes de cometer o crime que chocou o Brasil, Fabiano Kipper Mai, de 18 anos de idade, acordou na terça-feira (4) e seguiu para cumprir seu turno como funcionário de uma empresa da cidade. Ele entrou no trabalho às 5h da manhã e saiu para o intervalo às 9h15.

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Ao deixar seu posto de trabalho para o horário de descanso, Fabiano percorreu nove minutos de bicicleta até sua casa, localizada no bairro Morada do Sol. Ao chegar na residência, o criminoso tomou café e, em seguida saiu pedalando novamente.

O novo trajeto do rapaz durou oito minutos e teve como destino a Escola Infantil Pró-Infância Aquarela, localizada na rua Claudino Rudiger.

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Portando uma mochila e usando moletom, Fabiano entrou na escola por volta de 10h. Logo na entrada ele se deparou com a professora Keli Adriane Aniecevski, 30. Ao tentar falar com ele, a funcionária foi atacada a facadas.

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Enquanto isso, as crianças se preparavam para deixar as salas para a realização do lanche da manhã. Fabiano então entrou em uma sala onde estava a agente educacional Mirla da Costa Renner e mais quatro crianças. Mirla tentou impedi-lo de ferir os bebês e acabou sendo morta. Em seguida, os pequenos também foram suas vítimas.

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“Ele atacou todas as crianças que iam para o lanche”, disse o delegado Nilton Casagrande. Cada uma das vítimas foram feridas com quatro a cinco golpes de faca.

Em seguida, Fabiano ainda tentou seguir para outras turmar para dar continuidade à chacina, porém, ao perceberem o que estava acontecendo, as professoras se trancaram dentro das salas.

Ao perceber que pessoas de fora da creche estavam entrando para prestar socorro às vítimas, o homem ainda tentou tirar a própria vida, porém, os bombeiros o levaram ao hospital e ele segue internado.

Três crianças e duas funcionárias perderam a vida durante o atentado. Um quarto bebê foi levado ao hospital com vários ferimentos por faca, recebeu atendimento e conseguiu sobreviver.

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Escrito por Higor Mendes

Redator com três anos de experiência, apaixonado por história da Segunda Guerra Mundial, política, futebol e curiosidades em geral.